O papa Leão XIV condenou a pena de morte nesta sexta-feira (24), coincidindo com o anúncio do governo de Donald Trump sobre a retomada de pelotões de fuzilamento em execuções federais nos Estados Unidos.
“A Igreja Católica sempre ensinou que toda vida humana, desde a concepção até a morte natural, é sagrada e merece proteção. O direito à vida é o fundamento de todos os direitos humanos. Somente uma sociedade que tutela a sacralidade da vida pode florescer”, afirmou o líder católico em mensagem a um evento na Universidade DePaul, em Chicago.
Na ocasião, Leão XIV pediu a revisão da pena de morte em nível federal nos EUA, citando a decisão de Illinois. “A Igreja ensina que a pena de morte é inadmissível, pois atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa. Uno-me a vocês para celebrar a abolição em Illinois em 2011 e apoio a luta pela sua eliminação nos EUA e no mundo”, declarou.
Horas antes, o governo americano expandiu os métodos de execução federais, incluindo pelotões de fuzilamento, asfixia com gás e eletrocussão. Na quinta-feira (23), o papa já havia criticado execuções no Irã.
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