A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida de Goiânia – 2ª DRP, prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (14), um homem de 33 anos suspeito da prática do crime de estupro de vulnerável contra sua sobrinha de 7 anos.
A atuação teve início após a DPCA ser acionada pela escola da criança, onde ela teria relatado os abusos. Diante da gravidade da informação, equipe da unidade especializada iniciou diligências imediatas e se deslocou até a instituição de ensino da criança. No local, foram colhidos elementos informativos adicionais e acionada a rede de proteção.
Segundo o relato colhido, o investigado, valendo-se da relação de parentesco e da convivência familiar, vinha submetendo a criança a atos libidinosos e à conjunção carnal, causando-lhe lesões na região íntima. O último ato de abuso teria ocorrido há poucas horas. A vítima informou, ainda, ter comunicado os fatos a familiares, que teriam se omitido. A partir das informações obtidas, os policiais civis passaram a diligenciar para localizar o investigado, que foi encontrado em seu local de trabalho, em Goiânia, por volta das 21h00, onde recebeu voz de prisão.
O conduzido foi apresentado na DPCA de Aparecida de Goiânia, onde admitiu parcialmente os fatos. A Autoridade Policial, após análise dos elementos colhidos, ratificou a prisão em flagrante pela prática, em tese, do crime de estupro de vulnerável, previsto no art. 217-A do Código Penal, com incidência da causa de aumento prevista no art. 226, II, do mesmo diploma legal, em razão do parentesco com a vítima.
A vítima foi encaminhada para atendimento pela rede de proteção, e os autos foram instruídos com depoimentos, relatórios, vídeos e requisições periciais. A investigação seguirá para aprofundar a apuração dos fatos, inclusive quanto à eventual existência de outros episódios de violência e ao envolvimento de outros familiares.
A Polícia Civil reforça seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da comunicação imediata de qualquer suspeita de violência sexual infantil, inclusive por canais anônimos.
PCGO
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