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Petrolina: Empresário sequestrado chora ao ser resgatado por policiais

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O empresário Carlos Roberto Martins, sequestrado quando chegava em casa com a família em Petrolina de Goiás, foi resgatado no início da tarde de hoje (17), em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Conforme a Polícia Civil (PC), três pessoas foram presas suspeitas de participação no sequestro. Ao ser resgatado, Carlos Roberto se emocionou. “Está tudo bem. Trabalhei 50 anos para passar por uma situação desta”, disse o empresário, chorando.

Carlos Roberto foi resgatado em uma casa vazia, onde era feito refém com dois suspeitos, em Águas Lindas de Goiás, mesma cidade onde o caminhão da loja dele, carregado de produtos, foi encontrado. A PC confirmou ainda a prisão de um terceiro suspeito, que foi encontrado com o carro do empresário.

“A gente lida com vida, tem toda uma questão psicológica, uma tortura mental que a vítima passa nesta situação de sequestro, nós temos toda uma doutrina experimentada. Desde o sumiço já estávamos com várias equipes em trabalho. A Polícia Civil não aceita este tipo de delito aqui no nosso estado”, disse o delegado Geral da Polícia Civil, Dr. André Fernandes.

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O comerciante foi sequestrado após ser assaltado na noite de domingo (15), no momento em que chegava em casa com a esposa e a filha, em Petrolina de Goiás. Câmeras de segurança registraram o momento em que é abordado por um homem que parece estar armado e ameaça o casal.

A mulher de Carlos foi rendida com as mãos para trás sendo amarrada por um dos homens, enquanto outra vítima anda com as mãos para cima. Um gravação mostra a vítima sendo levada por um homem até outro ponto da cidade, onde seria a loja do empresário, que vende móveis e eletrodomésticos. A gravação mostra um caminhão saindo do local em seguida.

A filha do empresário, Micaelly Karoliny Martins, relembrou, em entrevista à TV Anhanguera, pouco antes do pai ser encontrado, dos momentos de terror vividos pela família. “Eles [sequestradores] pediram R$ 400 mil. Falaram que informantes tinham dito que ele tinha esta quantia em casa, e na verdade a gente não tem esta quantia em casa. Eles exigiam o tempo todo este dinheiro”, contou.

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Inicialmente, o delegado titular da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic), Dr. Valdemir Pereira, acreditava que o sequestro do empresário não tinha o intuito de extorquir os parentes, já que os autores, segundo ele, já haviam levado vários objetos de valor.

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