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PF identifica repasse de R$ 4,4 milhões entre empresa de Pablo Marçal e MC Ryan SP

Segundo as informações divulgadas, o repasse foi feito pela R66 Air Ltda., empresa vinculada a Marçal, e aparece como um dos valores mais altos recebidos por MC Ryan SP no período analisado pelos órgãos de controle.
Pablo Marçal (União Brasil) e MC Ryan SP durante a campanha de 2024, onde o ex-coach concorreu à Prefeitura de SP. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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A Polícia Federal identificou uma transferência de R$ 4,4 milhões entre uma empresa ligada ao empresário Pablo Marçal e o cantor MC Ryan SP, em apuração que integra um conjunto de suspeitas sobre possível movimentação financeira associada ao crime organizado. O caso ganhou repercussão após a inclusão dos dados em investigações que miram possíveis operações de lavagem de dinheiro e vínculos com o PCC.

Segundo as informações divulgadas, o repasse foi feito pela R66 Air Ltda., empresa vinculada a Marçal, e aparece como um dos valores mais altos recebidos por MC Ryan SP no período analisado pelos órgãos de controle. A investigação busca entender a origem, a finalidade e a compatibilidade da operação com a movimentação patrimonial dos envolvidos.

A defesa de Pablo Marçal afirma que a transferência não teve relação com atividade ilícita e que o valor estaria ligado à compra de um imóvel, dentro de uma negociação formalizada em cartório. De acordo com essa versão, a operação envolveria ainda outros bens e parcelas financeiras, compondo um negócio de maior valor total.

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Já os investigadores trabalham com a hipótese de que a movimentação possa ter sido usada para ocultar recursos ou dar aparência de legalidade a valores de origem suspeita. A apuração ocorre em meio a uma investigação mais ampla sobre operações financeiras e possíveis conexões com integrantes e estruturas associadas ao PCC.

O episódio acrescenta um novo capítulo à pressão sobre nomes conhecidos do empresariado e do entretenimento, agora sob o escrutínio de órgãos de investigação e controle. Enquanto a PF reúne documentos e cruza informações bancárias e patrimoniais, o caso segue em análise e ainda deve produzir novos desdobramentos.

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