Militar teria ido ao local para averiguar denúncia da existência de uma arma de fogo na boate

PM é preso após ser flagrado nu em prostíbulo de Jataí, durante horário de serviço

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Um policial militar foi preso na madrugada deste domingo (17), em horário de serviço, após ter sido flagrado nu em um prostíbulo na cidade de Jataí, região Sudoeste de Goiás. Conforme consta o Registro de Atendimento Integrado – RAI – o militar havia deslocado ao local, juntamente com um soldado, para averiguar denúncia da existência de uma arma de fogo na boate.

Durante a averiguação, o sargento começou a ingerir bebida alcóolica, se envolveu sexualmente com uma profissional, e se recusou a ir embora. Inclusive, o sargento teria usado de sua graduação para ordenar ao soldado que o acordasse às 06h00, no entanto, o policial entrou em contato com o CPU que comunicou o fato ao Comandante.

Posteriormente, seguindo orientação do Comandante, o efetivo policial deslocou à boate onde se deparou com o sargento no quarto, nu, junto com a profissional. O fardamento e o armamento do militar se encontravam no chão.

Diante do flagrante e após um breve diálogo com um tenente, o sargento vestiu seu fardamento, saiu do quarto, e além de ter seu armamento recolhido, foi preso.

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Menino morre após receber quatro anestesias para enfaixar braço quebrado, no Amazonas

A família do menino alega que flagrou a equipe médica procurando explicação sobre procedimentos na internet

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Um menino de 6 anos morreu no Estado do Amazonas após tomar anestesias para imobilizar o braço quebrado. A família de Saimon Gabriel Freitas Neri acusa o hospital onde a criança estava internada de erro médico. Segundo a mãe do garoto, Sandy Freitas Pantoja, o menino passou mal depois de recebido três doses de anestesia local e uma de anestesia geral.

O caso ocorreu no município de Manicoré, que fica à 332 km de Manaus. Saimon morreu no último sábado (20), mas somente hoje o caso ganhou repercussão. A família denunciou a equipe médica do Hospital Regional Doutor Hamilton Cidade por imperícia.

“Meu filho e meu marido sofreram um acidente de moto. Ele ficou com o bracinho quebrado esperando quatro dias para ser atendido. Depois, aplicaram três anestesias sem nem perguntar se ele estava com a barriguinha cheia. Como é que pode uma coisa dessa?”, questionou Sandy.

A mãe de Saimon explicou que o médico responsável pelo atendimento decidiu aplicar mais uma dose. “Ele ainda ficou inquieto. Aí, resolveram aplicar uma geral. Na sala de recuperação, eu vi os pés dele ficando brancos. Botei a mão no coraçãozinho dele e estava muito fraco. E parou. Chamei pelo médico e ele já levou meu filho para intubar”, continuou.

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A família alega que a equipe médica não sabia o que estava fazendo e que, inclusive, flagrou os profissionais procurando explicação sobre procedimentos na internet.

“Quando a gente entrou para falar com eles, antes de ajeitarem o bracinho dele, os enfermeiros e os médicos estavam assistindo YouTube para aprender com aplicar anestesias”, disparou.

No atestado de óbito do menino, o hospital associa a causa da morte a três fatores: parada cardíaca não especificada; efeitos adversos a anestésicos não especificados; e pneumonia devido a alimento ou vômito.

A Secretaria de Saúde do Amazonas em nota, declarou que tomou ciência do fato hoje e garantiu que um inquérito foi instaurado para avaliar a conduta do médico.

A família do menino também denunciou a morte à Polícia Civil. O órgão contou que o casal procurou a delegacia da cidade. Hoje, acrescentou a pasta, o pai e a mãe de Saimon depuseram na unidade de polícia. Ainda segundo a PC, uma investigação já foi iniciada.

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