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Polícia Civil fecha distribuidora clandestina de cosméticos

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A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon), fechou uma distribuidora de cosméticos que funcionava de forma clandestina no Setor Sudoeste, em Goiânia. Além de não possuir licenças e alvarás sanitários, a distribuidora comercializa produtos capilares sem rótulo em salões de beleza da capital. 

A polícia encontrou várias irregularidades. Além da falta de lacre, os produtos estavam com tampas incorretas. De acordo com o delegado Frederico Maciel, “são recipientes que não oferecem a menor segurança para os profissionais que manuseavam os produtos e para o consumidor final, que corriam sérios riscos de intoxicação ou problemas dermatológicos. As tampas foram simplesmente adaptadas”. 

Denúncia anônima levou os policiais à empresa, que funcionava em uma casa. De acordo com a Polícia Civil, a distribuidora era administrada por dois sócios, que compravam produtos de uma empresa de São Paulo e revendiam em Goiânia.

A Decon aguarda relatório detalhado da Vigilância Sanitária para apurar a gravidade dos riscos que os produtos levavam à população, já que eram revendidos diretamente a salões de beleza e centros de estética.

De acordo com as investigações, o local faturava cerca de R$ 30 mil por mês. Cerca de R$ 40 mil em produtos apreendidos serão incinerados e o estabelecimento ficará fechado até que atenda todas as normas da legislação vigente. Além disso, os dois sócios responsáveis pela distribuidora podem responder por crimes contra a saúde pública e contra as relações de consumo.

Realizada de forma conjunta com a Vigilância Sanitária Municipal, a ação faz parte da Operação Guardião – deflagrada na última segunda-feira (30/11) pela Secretaria da Segurança Pública de Goiás.

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