Polícia desarticula quadrilha responsável por mais de 15 homicídios em Goiás

Publicados


A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (7/12), a Operação Fim da Linha. Trata-se da última etapa da Operação Descarrilamento, que investiga uma organização criminosa responsável por pelo menos 15 homicídios na Região Metropolitana de Goiânia. 

A ação é comandada pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH) e cumpre, ao longo do dia, 18 mandados de prisão contra integrantes da organização criminosa.

A investigação ocorre há cerca de quatro meses. Além da série de homicídios, o bando também atua no tráfico de drogas. 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Presos integrantes de clínica de recuperação suspeitos de sequestro
Propaganda

PLANTÃO POLICIAL

Prefeitura de Crixás é vítima de golpe por Pix

Nesta terça-feira (25) pelo menos 12 transferências foram realizadas depois que um homem induziu o secretário de Finanças a alterar as chaves de autorização junto à agência bancária.

Publicados

em

Mais de R$ 4 milhões foram desviados nesta terça-feira (25) dos cofres da prefeitura de Crixás no Vale do São Patrício, por estelionatários por meio do Pix, um meio eletrônico não adotado pela gestão municipal que tem à frente o prefeito Carlos Seixo de Brito Junior (Cidadania). A notícia foi confirmada pelo advogado Tyrone Guimarães, que já acionou a Polícia Civil (PC) e a gerência regional do Banco do Brasil.

Conforme o advogado, um homem dizendo se chamar Fernando de Oliveira, se identificando como gestor do suporte de rede do BB, ligou para o secretário de Finanças, Jovael Maciel da Luz, com informações detalhadas sobre a conta da prefeitura e sobre as senhas cadastradas junto à agência. “Era uma pessoa bem articulada, que induziu o secretário a fazer alterações nas chaves”.

A prefeitura só tomou conhecimento das transações no período da tarde quando a gerente regional de suporte de rede do BB notou que algo estava errado. Jovael Maciel da Luz soube da fraude ao ser comunicado que não havia nenhum Fernando de Oliveira no quadro funcional da agência. Foram 12 transferências para três pessoas que totalizaram R$ 4,6 milhões. “É o que conseguimos apurar até agora porque as contas estão bloqueadas para a prefeitura. Já sabemos os nomes dessas pessoas, mas não as contas e os CPFs”, relatou o advogado.

Leia Também:  Motorista de ambulância embriagado que transportava paciente é preso na BR-153, em Campinorte; Vídeo

A Secretaria de Finanças de Crixás nunca utilizou PIX como meio de pagamento. Segundo Tyrone Guimarães, para convencer o secretário, o estelionatário citou dados que somente servidores específicos teriam acesso e também a gerente de suporte de redes do BB, que fica baseada em Ceres, a cerca de 90 km de distância. “Fomos vítimas de estelionatários. A nossa preocupação é que outras prefeituras não caiam nesse golpe, cada vez mais frequente envolvido o PIX”, afirmou o advogado.

Um ofício foi encaminhado pela administração de Crixás ao BB pedindo mais informações. “O que é estranho é que normalmente é exigida pré-autorização para transferências de quantias tão altas, pedem 24 horas para limites maiores. Não é tão simples assim essa movimentação, ainda mais envolvendo um órgão público”, diz Tyrone Guimarães. Somente em uma transação foram transferidos por PIX mais de R$ 500 mil.

JORNAL DO VALE – Muito mais que um jornal, desde 1975 – www.jornaldovale.com

Siga nosso Instagram – @jornaldovale_ceres

Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para a redação do JORNAL DO VALE, através do WhatsApp (62) 98504-9192

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

VALE SÃO PATRÍCIO

PLANTÃO POLICIAL

ACIDENTE

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA