Saúde

Prefeitura de Ceres realiza testagem na praça da Igreja Católica

Na testagem na praça da matriz, que aconteceu próximo ao horário da Missa, foram feitos um total 40 testes e 11 foram positivos.

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Dando continuidade ao cronograma de testagens da Covid-19 em vários locais aleatórios no município de Ceres no Vale do São Patrício, a Secretaria Municipal da Saúde realizou testagem no final da tarde deste domingo (23) na praça da Paróquia Imaculada Conceição, no Centro.

Para a testagem das pessoas vários profissionais da Secretaria da Saúde, vão o local e oferecem gratuitamente o teste, que são colhidos por meio do swab, popularmente conhecido como teste do cotonete.

Os resultados são entregues cerca de 15 minutos após a coleta e os positivados recebem as primeiras orientações dos profissionais e são cadastrados para monitoramento.

Na testagem na praça da matriz, que aconteceu próximo ao horário da Missa, foram feitos um total 40 testes e 11 foram positivos.

O programa de testagem gratuita, coordenado pela Secretaria da Saúde de Ceres, está sendo realizado desde o mês do dezembro, e vem sendo feito aleatoriamente em locais e horários com mais fluxo de pessoas como igrejas, supermercados, bares, restaurantes, Fórum, Agência Prisional e outros.

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A testagem é uma estratégia fundamental para o controle e monitoramento da pandemia, sobretudo após a chegada da variante Ômicron que possui grande poder de transmissão.

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SAÚDE

Portugueses publicam genoma do vírus da varíola dos macacos

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Uma equipe de pesquisadores portugueses divulgou o primeiro rascunho da sequência do genoma do vírus Monkeypox, conhecido como “varíola dos macacos”. A sequência genômica do Monkeypox foi elaborada por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), de Lisboa. O artigo foi publicado no site Virological.

Os pesquisadores, liderados por João Paulo Gomes, relataram que o resultado foi obtido pelo método swab coletado em 4 de maio em lesões cutâneas de um paciente do sexo masculino. Segundo o estudo, a primeira análise do esboço do genoma indica que o vírus de 2022 pertence à região da África Ocidental e está mais relacionado ao vírus da varíola dos macacos, exportado da Nigéria, em 2018 e 2019, para países como Reino Unido, Israel e Cingapura.

De acordo com a publicação, os dados preliminares serão atualizados com a divulgação de novos dados do genoma, “que serão importantes para elucidar a origem e disseminação internacional do vírus atualmente circulante”.

No Twitter, o diretor do Centro de Pesquisa em Epidemias Sul-Africano, o brasileiro Túlio de Oliveira, afirmou que “é um novo nível de compartilhamento de dados científicos”, ou seja, são divulgados à medida em que são produzidos.

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“Isso é incrível, ‘As sequências do genoma serão ainda mais apuradas (para refinar regiões de baixa cobertura, indels e tratos homopoliméricos) assim que os dados de alta profundidade da Illumina estiverem disponíveis (sequenciamento em andamento).'”, afirmou.

Monkeypox

Em maio deste ano, foram registrados casos de varíola dos macacos em vários países, como Portugal, Reino Unido, Espanha, Suécia, Bélgica e Estados Unidos. Cientistas analisam a introdução e a rápida disseminação da doença nesses países.

Para os pesquisadores, a determinação da sequência genômica do vírus causador dessas infecções deve contribuir para o melhor entendimento da epidemiologia, fontes de infecção e padrões de transmissão.

CâmaraPox

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), até o momento, não há registro de casos varíola dos macacos no Brasil. Na semana passada, a pasta constituiu, em caráter consultivo, uma câmara técnica temporária de pesquisa denominada CâmaraPox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus.

A medida segue a mesma ideia da formação da RedeVírus MCTI, comitê de especialistas instituído em fevereiro de 2020, antes mesmo de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia de covid-19. O comitê de especialistas presta assessoramento técnico-científico à pasta sobre as estratégias e necessidades na área de ciência, tecnologia e inovação necessárias na área de saúde.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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