Pesquisar
Close this search box.

Preso um dos maiores ladrões de carga do Estado de Goiás

publicidade


Em continuidade aos trabalhos da força tarefa composta pela Polícia Civil do Estado de Goiás através da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas – DECAR e pela Polícia Rodoviária Federal – PRF, foi desencadeada a 6ª fase da Operação Líquido Dourado.

Na manhã de ontem (24), Policiais Civis e Rodoviários Federais deram cumprimento a mandado de prisão de Rodrigo Fernandes Goulão de Almeida apontado como um dos maiores ladrões de carga do Estado de Goiás.

Rodrigo foi preso após três meses de investigação, quando outro integrante de sua quadrilha foi preso em flagrante pelo roubo de 60 mil litros de combustível no município de Posselândia, carga está recuperada pela Forca tarefa.

Durante as investigações foi possível apurar ainda que Goulão foi um dos autores do roubo de uma caminhonete em um Shopping Center da cidade de Goiânia, veículo com o qual já praticaram outros roubos em rodovias.

Rodrigo desde sua identificação como líder da organização criminosa, passou por diversos procedimentos estéticos a fim de mudar sua fisionomia e burlar a ação policial. Inclusive no momento de sua prisão, Goulão estava em uma clínica estética no setor Marista em Goiânia/GO local em que realizaria mais um procedimento estético.

Leia Também:  Em Jaraguá, PC concluí inquérito de diversos crimes

Durante sua abordagem pela equipe policial, Goulão apresentou documento de identidade falso e, durante busca em seu veículo, foram localizadas três placas de caminhões utilizados para burlar a fiscalização e ação policial.

Vale consignar que a força tarefa conseguiu ainda identificar um galpão situado no bairro dos Aeroviários, pertencente a Goulão local em que foram apreendidos farto maquinário utilizado pela organização criminosa para reempacotar cargas roubadas, que eram comercializadas no Estado do Pará com aparência de produto lícito.

Ele responderá pelos crimes de roubo, organização criminosa, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

 

Preso não é primeiro em Goiás a fazer cirurgias para mudar visual

A prisão do ladrão de cargas Fernando Goulão de Almeida, de 30 anos, na porta de uma clínica de cirurgia plástica no Setor Marista, em Goiânia repercutiu na imprensa. O homem se preparava para “mais uma cirurgia estética para enganar as autoridades”, segundo a Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que cumpriram um mandado de prisão expedido pela Justiça. Mas nem de longe o caso é inédito em Goiás.

A polícia estava com uma campana montada para deter o suspeito, que já tinha os passos vigiados pelos investigadores. Quando se aproximava da entrada do centro clínico a abordagem foi feita, sem que fosse necessário nenhum disparo de arma de fogo. De forma discreta, policiais o algemaram, retiraram todos os objetos dos bolsos (aliança, relógio, carteira, moedas e aparelho celular), apreenderam e seguiram para a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar), no Setor Aeroporto.

Leia Também:  COD apreende grande quantidade de ‘Skunk’, mais conhecida como "super maconha"

O homem estava com uma prótese capilar, segundo o delegado Alex Vasconcelos, adjunto da Decar. “Ele ficou nervoso, porque tivemos que tirar a prótese para fazer a identificação criminal. Mas é o nosso papel, e temos que seguir o protocolo para identificar os presos como eles são sem os disfarces”, informou. O delegado contou ainda que o trabalho de localização foi meticuloso, porque ele buscava fazer procedimentos para mudar o visual desde que foi considerado foragido.

Fernando Goulão está foragido desde abril, quando a operação Líquido Dourado foi desencadeada pela mesma delegacia especializada. Desde então, segundo o delegado, Fernando se mudou para a cidade de Redenção, no Pará e já passou por vários procedimentos estéticos com a intenção de ter a identidade modificada. “Era uma forma de burlar, de não ser notado”.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade