Em vídeo divulgado nas redes sociais, o reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Orlando Amaral, comentou sobre a denúncia de estupro e a ocupação do prédio da reitoria. O pronunciamento ocorreu na sexta-feira (17), mesmo dia em que a Polícia Civil anunciou que o caso teria sido inventado.
“Houve uma divulgação de um estupro na UFG no início dessa semana. Esse relato causou uma grande perturbação em todos nós, na reitoria, na comunidade como um todo”, disse. “Aparentemente o relato não corresponde a realidade e a história teria sido criada, inventada pelo estudante”, completou o reitor, referindo-se às investigações policiais.
“Mas poderia ter sido uma história verdadeira. Isso que nos preocupa, isso que preocupa a comunidade como um todo e, sobretudo, as mulheres da Universidade Federal de Goiás e as mulheres que hoje estão ocupando a reitoria. Nós estamos abertos ao diálogo”, frisou o reitor.
Orlando ainda disse que o fato do suposto estupro não ser real não interfere na disposição da UFG em aprofundar o debate sobre segurança. A reitoria da UFG está ocupada desde quarta-feira (15), um dia depois de o estudante Daniel Bezerra denunciar o suposto estupro nas redes sociais.
No vídeo, o reitor não comentou as medidas que serão tomadas para punir o aluno que teria inventado o caso. Mas em entrevista à rádio CBN, Orlando confirmou que a UFG vai abrir um processo administrativo para apurar o caso. “As punições vão desde advertência verbal ou escrita, suspensão temporária ou até mesmo a exclusão”, disse à rádio.






































