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Suspeito de chacina no DF troca tiros com fazendeiro, em Edilândia

Segundo informações do fazendeiro Lazaro teria ficado ferido após troca de tiros

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fez um novo cerco ao suspeito de cometer a chacina que aterrorizou o DF, Lázaro Barbosa de Sousa, 33 anos. Segundo informações da corporação, o criminoso trocou tiros com um fazendeiro de chácara localizada em Edilândia (GO). Aos policiais, a vítima disse que Lázaro ficou ferido.

Segundo o porta-voz da PMDF, major Michello Bueno, a área está cercada. “Ele conseguiu fugir. A gente não sabe se ele está baleado. Acreditamos que vamos pegá-lo em breve”, afirmou. Os policiais fizeram um cerco ao criminoso e monitoram toda a região de chácaras da cidade.

Os mais de 200 agentes seguem nas buscas pela região, por áreas de mata, e já bloquearam as BR-070 e BR-414.

Os homens das PMs de Goiás e do DF, mais a Polícia Federal, investigam as copas de árvores, além de cachoeiras e córregos da região. Lázaro tem experiência em sobrevivência em matas, sendo, acostumado a andar por este tipo de região. A polícia acredita que lazaro passe o dia escondido em algum local de difícil acesso, de onde só sai à noite em busca de alimentos e água.

Como Lazaro tem experiência de sobrevivência em matas, a polícia acredita que, diante do cerco, ele passe o dia escondido em algum local de difícil acesso, de onde só sai à noite, em busca de alimentação, e água.

Força-tarefa

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Lázaro é procurado pela polícia desde quarta-feira (9/6), quando assassinou a tiros e facadas a família Vidal Marques – o pai, Cláudio, 48, e os filhos Carlos Eduardo, 21, e Gustavo, 15, e levou a mãe, Cleonice. De acordo com o cunhado, a mulher telefonou, por volta das 2h, para pedir ajuda pois um homem estava arrombando a porta da casa da família. A mulher foi encontrada três dias depois, em um córrego, sem vida, nua e com os cabelos cortados.

No dia seguinte, Lázaro roubou uma chácara nas proximidades da casa da família Vidal Marques. Ele rendeu o caseiro, o dono da chácara e a filha dele, que teve de fazer o almoço enquanto ele assistia ao jornal na TV. Depois disso, invadiu novamente uma residência, no Incra 9. No local, fez três pessoas reféns e obrigou duas delas a fumarem maconha.

Na madrugada de sexta-feira, as buscas por Lázaro e Cleonice ultrapassaram a fronteira do Distrito Federal. O suspeito invadiu uma chácara em Ceilândia por volta das 20h, fez o caseiro de refém e roubou um veículo, um Palio branco, que usou para se dirigir até Cocalzinho de Goiás (GO), às 3h30. Lá, na BR-070, Lázaro incendiou o carro. Durante toda sexta-feira, cerca de 80 policiais civis e militares do DF e Entorno, auditores fiscais e rodoviários federais estavam no município goiano para encontrar Lázaro.

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Ainda na cidade, Lázaro invadiu outra chácara, fez um caseiro de refém e o obrigou a cozinhar no sábado (12/6). Depois, invadiu outra residência e baleou três homens, que ficaram em estado grave. No fim da noite, ateou fogo em outra chácara. Foi neste mesmo dia, na tarde de sábado (12/6), que Cleonice foi encontrada, sem vida, por familiares e vizinhos em um córrego próximo ao local em que morava.

No domingo (13/6), Lázaro quase foi preso na rodovia BR-070, próximo à cidade de Edilândia (GO), a 82km de Brasília. O foragido furtou um carro em uma chácara de Cocalzinho (GO) e abandonou o veículo, um Corsa vermelho, após avistar um ponto de bloqueio montado pela polícia.

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