Cultura

Tania Neco de Crixás realiza Exposição Fotográfica “Sorrisos não envelhecem” em evento do Ministério da Mulher em Brasília

A profissional já realizou em Crixás edições do evento e o próprio quintal dos velhinhos foi transformado em estúdio para que eles ficassem mais tranquilos e descontraídos.

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Premiada internacionalmente pelo seu trabalho, a fotógrafa Tania Neco da cidade de Crixás no Vale do São Patrício vai realizar uma Exposição Fotográfica “Sorrisos não envelhecem” em evento do Ministério da Mulher na capital federal.

Tania Neco já realizou em Crixás edições do evento e o próprio quintal dos velhinhos foi transformado em estúdio para que eles ficassem mais tranquilos e descontraídos. A fotografia da senhora Andrelina Pereira de Almeida foi uma das selecionadas pelo Governo Federal, através da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em comemoração no dia 15 de junho do Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. Tania teve oito fotos selecionadas para a Campanha Nacional.

Importante registrar que as fotografias dos idosos fazem parte de um projeto instalado no Município de Crixás, o Centro Dia do Idoso mantido pela Associação Cristã de Desenvolvimento Humano e se tornou referência para no Estado Goiano, na entidade são oferecidos cursos culturais e artesanais visando melhor condicionamento físico e emocional do usuários.

Fotografia da senhora Andrelina Pereira de Almeida que foi uma das fotos selecionadas de Tania Neco pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em comemoração no dia 15 de junho do Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.

A profissional disse com exclusividade ao JORNAL DO VALE que se sente honrada pelo reconhecimento e bastante feliz com a sua participação na exposição em Brasília.

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Veja o convite oficial

O prefeito de Crixás, Dr. Carlos e vereadores do município estão prestigiando a fotógrafa crixasense Tania. A administração do município vai realizar o transporte dos quadros para a exposição de Crixás para Brasília. Está prevista a participação ainda de sete deputados goianos e de populares da região no evento que será  lançado no dia 15 às 15h00.

Veja o convite oficial

É com muita alegria que a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, apresenta a Exposição “Sorrisos não envelhecem”, da fotógrafa Tania Neco, como parte da Campanha Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022. O evento tem como objetivo a conscientização da sociedade brasileira sobre a necessidade de atuar de forma solidária e empática com a pessoa idosa, reconhecendo e garantindo seus direitos humanos e se envolvendo em ações de enfrentamento à violência contra as Pessoas Idosa.

A Campanha promovida pelo Governo brasileiro faz parte das ações nacionais e internacionais voltadas à discussão sobre o tema da violência contra a pessoa idosa no contexto das manifestações referentes ao dia 15 de junho, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o “Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa”.

A exposição Sorrisos Não Envelhecem, que estará aberta para o público no período de 15 a 24 de junho de 2022, vem contribuir com os objetivos da campanha nacional na conscientização da sociedade brasileira sobre a necessidade de atuar de forma solidária e empática com a pessoa idosa, reconhecendo suas necessidades, especificidades e convidando a sociedade para que se envolva em ações de enfrentamento à violência contra as Pessoas Idosa.

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Natural de Crixás (GO) no Vale do São Patrício, Tania Neco nos brinda com 20 fotografias realizadas durante a pandemia de coronavírus, quando, contatada pelo Centro Dia de Atendimento à Pessoa Idosa de Crixás, fez visitas nas casas das pessoas idosas atendidas por aquela instituição para conversar sobre a vida, os sonhos, memórias. Durante as conversas a fotógrafa foi fazendo os registros fotográficos aqui apresentados captando a intimidade da casa, das histórias de vida e dos sorrisos.

Importante destacar os diferentes conteúdos, estéticos, simbólicos e poéticos, constantes nas imagens da exposição ao apresentarem a pessoa idosa na posição frontal, olhando para o expectador e comunicando sua presença, sua história e emoções produzindo conexão e empatia na relação com o expectador.

 

Serviço

Dia 15 de junho

10h00 – Evento de abertura das inscrições para o Curso de Capacitação de Gestores das ILPI´s. Você pode participar através da transmissão ao vivo – www.youtube.com/c/EventosCEADUFV

15h00 – Seminário Nacional sobre a Violência contra a Pessoa Idosa e abertura da Exposição Fotográfica “Sorrisos não envelhecem”. Você pode participar através da transmissão ao vivo:

No Facebook: www.facebook.com/cndiconselhonacional

No YouTube: www.youtube.com/c/conselhonacionaldosdireitosdapessoaidosa

Exposição Sorrisos Não Envelhecem, que estará aberta para o público no período de 15 a 24 de junho de 2022.

Local

Coordenação-Geral de Promoção dos Direitos da Pessoa Idosa – CGPDPI

Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – MMFDH

Setor Comercial Sul – B – Qd 9 – Lote C – Edifício Parque Cidade Corporate Torre “A” – 9º Andar
CEP 70.308-200 – Brasília – DF

Telefone (61) 2027-3135

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Pirenópolis: Urbanismo turístico, turismo cultural e desenvolvimento sustentável

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No dia 09 de maio, o MOVimento ARTetetura e HUMANismo lançou o braço de sua atuação e reflexão artística e arquitetônica no campo do Urbanismo Turístico, Turismo Cultural e Desenvolvimento Sustentável, chamado de ARTeteTurismo. A data foi escolhida por ser o Dia Nacional do Turismo, criada no ano de 1916, quando o governo do Paraná iniciou processo de desapropriação das terras das Cataratas do Iguaçu com objetivo de criar uma reserva ambiental turística pública.

Atento à tentativa de malbaratamento da pauta ministerial cultural, que hoje tem somente status de secretaria e é subordinada ao Ministério do Turismo, o ARTeteTurismo traz uma metodologia de urbanismo  artístico aplicado ao Turismo, à exemplo do que o ARTetetura tem feito, ao criar um novo campo epistemológico a partir do uso arquitetônico e antropológico da Arte, como política pública urbana, social, ambiental, sanitária e agora, turística, a partir da metodologia de projeto, pesquisa-ação e arte(etno)metodologia.

O ARTeTurismo vai perscrutar a arquitetura dos caminhos e descaminhos da arte de viajar e de viajar pela Arte. Isso porque, esta mirrada entende as paisagens como substratos naturais e arquitetônicos tangíveis, mas também imateriais. Por meio da cartografia do imaginário e da geografia da infância, por exemplo, os espaços são percebidos como poéticos e culturais, lugares também construídos socialmente pela mente e seus óculos 3D natural.

ARTeteTurismo caminha, assim, para se tornar também um grupo pesquisa inter(trans)disciplinar que visa fomentar reflexões e ações de pesquisa e extensão sobre o campo do turismo cultural em intersecção com o desenvolvimento urbano sustentável. A ideia é que o grupo possa apontar um conjunto de ações socioambientais educomunicativas visuais, sonoras e digitais de caráter cultural e artístico para contribuir para a conscientização da relevância de fomentar e aprimorar modelos de desenvolvimento urbano (rural) sustentável através do turismo interregional nas zonas rurais e urbanas do Cerrado Brasileiro. A proposta visa valorizar a dimensão do vivido e do cotidiano (saber local) na percepção das paisagens culturais e dos imaginários sociais do Cerrado, por meio de uma educação patrimonial que aponte para um (etno)turismo de experiência do patrimônio arquitetônico, ecológico e cultural.

Segundo Fred Le Blue, idealizador do ARTetetura e do ARTeteTurismo, “a reiteração das relações de consumo conspícuo aplicada à fruição turística pós-moderna por meio mais de espaços instagramáveis, do que instantes amáveis, tem  impossibilitado o contato do turista com as histórias orais e memórias coletivas presentes nas redes de vizinhança e compadrio do lugar visitado”. Por isso para ele, “a proposta de divulgar as localidades brasileiras por meio de um olhar simbiótico entre o artista, o antropólogo e o aventureiro, é uma forma de ativar vínculos interregionais diminuindo os conflitos latentes inerentes à experiência alhures da alteridade incompreendida”.

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A experiência arteteturística do ARTetetura e HUMANismo permite utilizar de um instrumental artístico para salvaguardar ou visibilizar a cultura (material ou imaterial), a memória, a sociabilidade e a urbanidade de ou sobre um determinado local, como um capital turístico atraente e humanizador das relações de interdependência, normalmente, desiguais com que se estruturam o fenômeno do (eco)turismo comercial. A realização extensiva do grupo de pesquisa piloto tem sido o projeto INSPIRI de Educação Patrimonial e Turismo Cultural em Pirenópolis no Vale do São Patrício.

O projeto de extensão INSPIRI tenta inventariar o anedotário histórico urbano de Pirenópolis, inspirado por seu patrimônio arquitetônico, natural e cultural material e imaterial. A iniciativa visa contribuir para obtenção do título de Patrimônio Histórico da Humanidade (UNESCO) para Piri. Trata-se também da continuidade da trilogia musical sobre Mulheres e Lugares do Cerrado (LUA & ANA em Alto Paraíso, LIS & BETH em Pirenópolis e CORA & LINA na Cidade de Goiás) , lançada em 2021 pelo selo ArtetEthos do Pequi e Editora Multimídia Brasílha Teimosa.

No material sonoro e visual sobre Alto Paraíso, o compositor e letrista da obra, Fred Le Blue, apontou para recriação do já considerado espaço mítico do Vale da Lua e do Cerrado, mostrando a importância da arte musical e do turismo cultural virtual como instrumental para educação e consciência socioambiental em tempos de pandemia: “A  refundação do Cerrado em bases geopoéticas, musicais e políticas singulares, permite perceber o território em sua dimensão cultural, vivida e imaterial”. O material sonoro pode ser escutado gratuitamente clicando aqui.

Em INSPIRI, além do disco LIS & BETH, estão sendo pensadas uma série de ações socioculturais orquestradas para apresentar Pirenópolis como capital da cultural no Centro-Oeste e do turismo cultural no Brasil. Trata-se de um material ecoturístico cultural digital que explora uma ferramenta hipertextual aplicada ao estudo, à defesa e à projeção do patrimônio, memória, arte, sustentabilidade e turismo em Goiás e no Brasil. Seguno Le Blue: “A busca por novas políticas públicas turísticas sustentáveis em Goiás e no Brasil se faz necessária em paralelo com um esforço educomunicativo socioambiental e patrimonial (natural) dos territórios com potencial turístico. Esta ação pretende, assim, dar visibilidade pública à Pirenópolis em momento pós-pandemia para incentivar o desenvolvimento econômico e urbano sustentável na cidade, Por isso, o movimento ARTetetura e HUMANismo está apresentando à cadeia produtiva da economia criativa em Pirenópolis uma linhagem de projetos de extensão universitária em que a arte será utilizada como um instrumento científico de divulgação cultural, de educação patrimonial e de city-matketing. O que permitirá repensar não somente as políticas públicas de turismo, mas também de cultura, urbanismo, meio-ambiente e educação em interseccionalidade”.

Esse city-tour 360 graus pelo imaginário urbano de Pirenópolis, terá também um caráter participativo. Isso porque o projeto catalisará a criação de novos acervos geoafetivos ou ecopoéticos textuais e visuais sobre a cidade. Uma ação sociocultural de empoderamento narrativo e pertencimento local com crianças da rede municipal de educação está prevista para ocorrer no segundo semestre. Além disso, o artista promete deixar como legado para a comunidade pirenopolina, uma plataforma virtual de divulgação turística e cultural sobre as Pedras, Rios e Almas de Pirenópolis, com foco no conceito de paisagem cultural, que inclui mais do que os acervos edificados (pedras), mas também os santuários ecológicos (rios) e as memórias coletivas (almas) – clique aqui.

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Qual a motivação para a composição de músicas sobre paragens do Cerrado?

“O Cerrado surge na minha música e poética em função de um esforço de transcendência de um geopolítica afetada entre diferentes culturas regionalistas, por meio do mapeamento de uma biogeografia afetiva que mostre, que, do ponto de vista, ambiental, vivemos em um mesmo ecossistema. Ao pesquisar a história recente da música brasileira da bossa-nova, passando pela Tropicália, Clube da Esquina, Novos Baianos, Vanguarda Paulista, Rock Brasiliense, Noites Goianas, Los Hermanos e Natiroots, percebi que a dimensão espacial ganha um relevo de ancoragem poético muito relevante nas obras desses movimentos e grupos musicais artistas. Mais do que um sentido de bairrismo narcisístico, acredito que é a necessidade de orientação espacial, de pertencimento local e de identidade coletiva os fatores que estimulam nossa tendência cartográfica de criar, compartilhar ou buscar mapas mentais sobre localidades através da arte. Esse ímpeto de reconhecimento íntimo através do reconhecimento territorial e vice-versa, é chave que abre os portais de “outros lugares”, que mesmo físicos, são sempre ressignificados pelo nosso imaginário. O que explica porque toda poesia é uma viagem e viajar é sempre fazer poesia”. (Fred Le Blue)

Mas como o ARTeteTurismo já conta com acevo cartográfico e etnográfico musical e/ou visual também sobre diversas cidades brasileiras (Porto Alegre, Rio, Búzios, São Paulo, Brasília, Londrina, Foz do Iguaçu, Curitiba, Goiânia, Brasília, Cidade de Goiás, Salvador, Vitória, Manaus, Belém, Belo Horizonte, São João del Rey, Parati e Poços de Caldas) a ideia é formar um grande mosaico interterritorial do mar e do sertão, mostrando com quantos cor e som-locais se fazem o patrimônio e paisagem cultural do Brasil. 

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