Uma explosão registrada na manhã desta quarta-feira (30) deixou três pessoas feridas na área destinada aos boxes de alimentação da Rodoviária de São Simão, no Sul de Goiás. O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) foi acionado por volta das 5h10.
A equipe do Destacamento Bombeiro Militar (DBM) de São Simão foi informada sobre a ocorrência após uma pessoa comparecer ao quartel. Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram danos em estabelecimentos que funcionam na área de alimentação.

Segundo as informações preliminares, foram registradas três explosões. A primeira teria sido mais intensa, enquanto as outras duas ocorreram com menor proporção. A causa do incidente ainda não foi identificada e deverá ser apurada por meio de análise técnica.

Durante a vistoria, os militares localizaram três recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), do tipo P-13, além de um sistema de gás canalizado abastecido por recipientes P-45. Até o momento, não foi possível confirmar se os recipientes de gás tiveram participação direta nas explosões.
Por segurança, o fornecimento de gás, energia elétrica e água foi interrompido na área afetada. Os bombeiros também realizaram buscas por possíveis vítimas, verificaram os estabelecimentos atingidos e retiraram os três recipientes P-13 da área de risco.

A avaliação visual apontou danos significativos na estrutura, incluindo deformações na cobertura metálica e danos em uma das lajes de um dos estabelecimentos, aparentemente localizado na região de maior impacto. A extensão dos danos estruturais ainda deverá ser analisada por profissionais especializados.

Três vítimas foram atendidas no local. Um homem apresentou quadro inicialmente classificado entre moderado e grave. As outras duas pessoas tiveram ferimentos leves, principalmente relacionados a alterações ou crises hipertensivas. Todas foram encaminhadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Municipal de São Simão.
Após concluir os procedimentos de segurança, a equipe do Corpo de Bombeiros realizou uma verificação no hospital para acompanhar a situação das vítimas e avaliar a necessidade de apoio. Como não houve nova demanda, os militares retornaram ao quartel.
A área ficou sob responsabilidade dos órgãos competentes, que devem adotar as providências necessárias e investigar as causas da ocorrência.
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