A Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a UniEvangélica de Anápolis, iniciou a terceira fase de testes deum larvicida sustentável contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A tecnologia, lançada em 21 de janeiro de 2026, promete alta eficiência com menor impacto ambiental, utilizando curcumina microencapsulada ativada pela luz solar.
Funcionamento da Tecnologia
O larvicida fotolarvicida baseia-se em curcumina do açafrão-da-terra, encapsulada por spray-drying com D-manitol e amido, formando tabletes que eliminam larvas ao exposição à luz. Essa formulação reduz em 57 vezes a concentração letal em relação à curcumina livre e mantém efeito residual por até 27 dias, com liberação controlada e degradação rápida, evitando resíduos tóxicos.
Início dos Testes em Anápolis
Os experimentos começaram no bairro de maior incidência de dengue em Anápolis, escolhido por estudo da Secretaria Municipal de Saúde, com aplicação inicial em uma UBS na quinta-feira, 22 de janeiro. A iniciativa conta com apoio da FAPEG e Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, envolvendo treinamento de equipes locais para validação em larga escala.
Em 2025, o Brasil registrou cerca de meio milhão de casos prováveis de dengue e mais de 200 mortes, reforçando a necessidade de alternativas aos inseticidas químicos persistentes. Coordenada pelo professor Lucas Danilo Dias na UniEvangélica, a pesquisa de mais de 10 anos pode revolucionar o controle vetorial em programas de saúde pública.
Você tem WhatsApp? Entre em um dos canais de comunicação do JORNAL DO VALE para receber, em primeira mão, nossas principais notícias e reportagens, clique aqui
JORNAL DO VALE – Muito mais que um jornal, desde 1975 – www.jornaldovale.com
Siga nosso Instagram – @jornaldovale_ceres
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para a redação do JORNAL DO VALE, através do WhatsApp (62) 98504-9192












































