Um boato de que um lote vencido contendo vacinas contra a rubéola seria a causa dos casos de microcefalia foi desmentido pelo diretor do departamento de vigilância de doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierocitch.
Segundo ele, a relação entre as doses da vacina e a doença não tem fundamento. “Essa é uma informação falsa entre outras que tem circulado. As vacinas utilizadas no Brasil são extremamente seguras, passam por um controle de qualidade rigoroso e são importantíssimas.”
GESTANTES E PREVENÇÃO
Com a epidemia de microcefalia, o diretor lembrou de alguns cuidados que devem ser levados em consideração com as mulheres gestantes. “Durante a gestação não se utiliza qualquer vacina que contenha um microrganismo vivo. Só são utilizadas vacinas que devem ser aplicadas nessa época para garantir a proteção adequada do recém-nascido”.
Cláudio reforça ainda que a principal luta do momento é contra o mosquito aedes aegypti. “Além de eliminar qualquer fonte de criação de mosquito dentro de casa, a proteção com roupas de mangas longas, calças longas e meias, o uso de repelentes, portas e janelas fechadas ou teladas. Isso deve garantir uma segurança maior para a gestante”.
O Popular















































