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Goianésia: Prefeito Renato de Castro diz que Jalles Fontoura deixou dívida de aproximadamente R$ 40 mi

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No fim da manhã de ontem (9), durante entrevista coletiva, o prefeito Renato de Castro apresentou o extrato financeiro do Município o qual apresenta dívida total de aproximadamente R$ 40 milhões.

Conforme Renato de Castro, o evento teve o objetivo de tornar público a real situação financeira da prefeitura deixada pela administração de Jalles Fontoura. O prefeito explicou que o relatório foi feito pela assessoria contábil do Município, utilizando diversos demonstrativos contábeis exigidos pela própria Lei de Responsabilidade Fiscal.

Acompanhado do Secretário de Finanças, Jairo Pacheco, do Procurador Jurídico, Orlando, do contador do Município, Vinícius Henrique, e do presidente da comissão de transição, vereador Múcio Santana, o prefeito começou dizendo que ao assumir a prefeitura tomou conhecimento de aproximadamente R$ 17 milhões (R$ 17.290.303,26) de dívidas vencidas. No entanto, havia no caixa apenas R$ 5,6 milhões (R$ 5.624.329,14), restando ainda para pagar de dívidas vencidas cerce de R$ 11,4 milhões.

No que diz respeito a dívidas a longo prazo, ou seja, aquelas contraídas na gestão anterior mas que a atual gestão terá que pagar somam R$ 12,8 milhões (R$ 12.881.078,88), neste caso, Castro terá que pagar mensalmente nos 48 meses de seu governo o valor de R$ 268.355,81. Se somadas as dívidas vencidas com as dívidas a longo prazo o valor ultrapassa os R$ 24 milhões.

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Durante campanha política em 2016, Renato de Castro chegou a dizer que estava preparado para pegar a prefeitura endividada em pelo menos R$ 30 milhões, porém, como as dívidas chamadas de “não contábeis” superam a casa dos R$ 15 milhões, hoje a prefeitura de Goianésia possui uma dívida total aproximada de R$ 40,55 milhões. “Quem assume 30, assume 40. Não será isto que irá travar o meu governo”, reforçou o Renato.

Dentro das dívidas não contáveis estão, por exemplo, os R$ 5 milhões para a construção da Faculdade de Medicina, R$ 400 mil do CREDUC (bolsas para universitários da UniEvangélica), R$ 10 milhões da infraestrutura do Residencial Jardim do Cerrado e R$ 350 mil da ampliação do novo cemitério.

O prefeito ressaltou ainda que o saldo deixado em caixa está praticamente todo comprometido, por se tratar de receita vinculada, ou seja, este dinheiro só pode ser usado para despesas conveniadas. Ao final da coletiva que foi aberta ao público, o prefeito fez um resumo da sua gestão nos últimos 30 dias, garantindo à sociedade que mesmo diante as dificuldades, “o governo tem trabalhado incansavelmente para entregar ao povo uma administração ousada e voltada ao anseio da comunidade”.

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