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Marconi diz que vai superar R$ 2 bilhões em obras entregues à população

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O governador Marconi Perillo concedeu, hoje, entrevista aos veículos que integram a Agência Brasil Central (Rádio Brasil Central AM e FM e TV Brasil Central), na qual falou sobre o rush de inaugurações de obras que começou no dia 15 de janeiro e vai até o dia 30 de junho, e debateu temas administrativos como Saúde e Segurança Pública. Ele adiantou que fará entrevista coletiva na próxima segunda-feira (22) para detalhar os indicadores fiscais e econômicos de Goiás. “Muita gente vai se surpreender”, afirmou.

Ao fazer balanço dos quatro mandatos à frente do Governo de Goiás, avaliou: “O Goiás do Tempo Novo de 1998 é o novo Goiás em 2018. O sentimento nesses anos de governo é de dever cumprido”. A seguir,  as repostas do governador na íntegra. Marconi ainda disse que na segunda-feira deverá fazer uma coletiva para apresentar os números, os indicadores fiscais e econômicos do ano de 2017.

Segundo o governador, o superávit primário havia sido previsto em R$ 200 milhões. No entanto, o resultado final foi um bônus de R$ 500 milhões acima do esperado no devido quite do déficit.

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Questionado sobre questões de segurança pública, Marconi disse que o debate não seria tratado naquele momento. “Nessa discussão em relação a mudanças que precisam ser feitas urgentemente na constituição e na legislação tendo em vista o combate ao crime organizado que se disseminou no País inteiro, é preciso pensar amplamente. A guerra das facções, Comando Vermelho, PCC e a necessidade que a gente tem de providências nacionais, coordenação nacional em relação a essas políticas de segurança pública. Eu vou começar pela polícia de fronteiras”.

Para ele, a grande raiz do problema da insegurança é o contrabando de armas pesadas que vêm do tráfico internacional. “ O outro [problema] é que o Governo Federal precisa ser o condutor de uma política planejada de segurança pública. E nós precisamos ter recursos federais. É preciso descentralizar dinheiro federal para a Segurança Pública. Isso precisa ser feito com mudança na Constituição.

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