O Ministério do Trabalho anunciou o recolhimento de R$2,4 bilhões durante fiscalizações feitas no 1º semestre contra a sonegação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por parte das empresas. Em Goiás foram recuperados mais de R$4 milhões e outros R$35 milhões estão em fase de execução para serem recolhidos. O superintendente do Ministério do Trabalho em Goiás, Eduardo Amorim, alerta para que os trabalhores fiquem atentos para não perder o benefício.
O FGTS deve ser depositado pelo empregador até o dia 7 de cada mês em conta bancária vinculada, o equivalente 8%da remuneração do trabalhador. Para os contratos de trabalho de aprendizes, o percentual é de 2%. No caso de trabalhador doméstico, o recolhimento é correspondente a 11,2%, sendo 8% a título de depósito mensal e 3,2% de antecipação do recolhimento rescisório.
De acordo com Eduardo Amorim, em tempos de crise, é comum o empresário deixar de pagar o FGTS e remanejar para outros fins, justamente porque poucos trabalhadores tem ciência do não pagamento.
“É muito importante o trabalhador usar os canais de monitoramento do FGTS para que possa conferir se o pagamento é feito regularmente. É importante ressaltar que com 5 anos o benefício prescreve, ou seja, se o trabalhador contribuiu 10 anos em uma empresa e deixa para fazer a denúncia só na saída, ele vai receber apenas 5 anos,” explica o superintendente.















































