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Governo de Goiás irá fechar escolas de tempo integral em Jaraguá e São Francisco

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Conforme o jornal O Popular, o início do ano letivo na rede estadual de ensino, programado para a próxima segunda-feira (21), é motivo de preocupação para pais e alunos de escolas afetadas pelo reordenamento das escolas – processo de adequação entre demanda e oferta de colégios. Há queixas em Jaraguá, São Francisco de Goiás, Caiapônia e São Simão, entretanto, a própria Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) admite que a medida se estende a outras cidades.

Em Jaraguá, pais estão reunindo assinaturas para fazer abaixo assinado, protestando contra o fechamento da Escola Diógenes de Castro Ribeiro, na Rua 10, na Vila Isaura que até o Governo Marconi Perillo, funcionava em tempo integral e que agora poderá ser fechada ou funcionar apenas no período matutino. O vereador Nilvan Braz (DEM) disse que iria tentar junto a Secretária de Educação, Fátima Gaviolli a manutenção da escola que atende mais de 150 alunos.

Em outras cidades, diretores e professores também pontuam que as mudanças provocarão transtornos porque muitos servidores terão de alterar o local de trabalho para não ficar sem carga horária, consequência do fechamento de algumas unidades. Diferentemente dos anos anteriores, a pasta afirma que a reestruturação na rede vai continuar durante o semestre.

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São Francisco de Goiás

Em São Francisco de Goiás, no Colégio Estadual que era de período integral, na semana passada, os pais receberam a informação da diretoria da escola de que a unidade deixaria de atender em período integral para voltar ao funcionamento em horário regular. Porém na última quarta-feira, 16, foi confirmada a informação, que a escola vai fechar as portas e que os alunos deve procurar outra unidade da rede estadual na cidade, o Colégio Estadual Antônio Ferreira Rios.

No entanto, o colégio do ensino médio já está super superlotado e não há vagas para todos, reclamação recorrente.  Também circulou a informação que o prédio da escola em São Francisco de Goiás seria emprestado à prefeitura e, com isso, apenas uma unidade escolar iria oferecer, pelo Estado, educação a partir do 6º ano.

Pais e mães da cidade foram em busca de esclarecimentos sobre a situação. “Já conversamos e junto com outros pais decidimos que se a escola realmente deixar de atender vamos procurar vagas em escolas de cidades vizinhas e tentar custear um transporte escolar, uma van, qualquer coisa. Não podemos deixar nossos filhos em salas tão cheias”, afirmou indignada.

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Prefeitura diz que não ficará com prédio

A assessoria de comunicação da prefeitura de São Francisco de Goiás não confirmou a informação de que ficaria com a estrutura física de ensino do Estado. De acordo com o órgão, a prefeitura não tem interesse em utilizar o local e a escola municipal continuará onde está. A prefeitura informou ainda que após a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) decidir pelo fechamento da escola, a subsecretaria de Goianésia, responsável pelo município, teria procurado o prefeito com o objetivo de oferecer o prédio, mas a oferta teria sido recusada.

Em nota, a Seduce informou que uma Comissão de Reordenamento, integrada por representantes da área administrativa, professores e coordenadores está trabalhando com o objetivo de avaliar a situação das unidades escolares passíveis de reordenamento, caso a caso. “A Seduce reafirma que, dentro do processo de reordenamento da rede, é garantida a vaga a todos os estudantes e o remanejamento de professores e servidores para as demais unidades da rede em cada localidade”, diz.

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