Preso no final da tarde do último dia 31, escondido na casa de um tio de criação, em Nova Roma, no Norte Goiano, Anderson da Silva Leite, 18 anos, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o professor Bruno Pires de Oliveira o chamou de “vacilão” após solicitar que o reintegrasse ao programa “Mais Educação”. Negado pedido, Anderson voltou com uma faca e queria dar apenas um golpe para “assustar”. O único golpe perfurou o fígado e o educador não resistiu. O crime ocorreu no dia 30 de agosto no Colégio Estadual Machado de Assis em Águas Lindas de Goiás.
No depoimento à Polícia, Anderson relatou que pegou a faca emprestada com um amigo que também era aluno da escola. Conforme as investigações, o colega desconhecia a intenção de Anderson em agredir o professor culminando em sua morte. A arma foi jogada próximo ao local do crime, sendo localizada e apreendida pela corporação na sequência.
Anderson será indiciado por homicídio doloso consumado qualificado, “em virtude da motivação fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima”, pode receber uma pena de até 30 anos de prisão, de acordo com o Código Penal Brasileiro.
O delegado Cléber Junio, da Delegacia de Polícia Civil de Águas Lindas ainda disse que ele foi interrogado na cidade de Posse e após o depoimento Anderson foi encaminhado para a cadeia pública de Águas Lindas mas deverá ser encaminhado para outra unidade prisional que ainda será definida. “Tudo indica que ele vai ser transferido porque os presos não estão aceitando ele no presídio”. Junio ainda mencionou que provavelmente Anderson irá para Valparaíso.










































