No início deste mês de novembro, a Polícia Civil (PC) de Goianésia e Ministério Público Eleitoral (MPE) deflagrou a “Operação Cabresto” – termo utilizado para descrever o mecanismo de acesso aos cargos eletivos por meio da compra de votos. O objetivo da operação, segundo a PC, seria apurar indícios de autoria e materialidade do crime tipificado no artigo 299 do Código Eleitoral (compra de votos).
Neste período, várias denúncias de compra de votos foram apuradas, dentre elas, a troca de votos mediante o pagamento de cervejas, dinheiro, oferecimento de drogas, cestas básicas, materiais de construção, pagamento de contas e várias outras infrações.
Em diligências no Residencial Ipê, região norte de Goianésia, na noite deste sábado (14), os policiais civis apreenderam, dentro da caminhonete de uma pessoa que se apresentou aos policiais como sendo representante de um partido político, uma grande quantidade de dinheiro em espécie, além de anotações relativas a possíveis pagamentos a pessoas.
As fontes de provas identificadas durante o período da operação foram encaminhadas ao MPE. A PC não divulgou qual seria o partido político que foi pego. A operação fora coordenada pelo Delegado Regional, Dr. Daniel Marcelino e pelo Promotor Eleitoral, Dr. Luciano Miranda.

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