O terceiro suspeito de participação no assassinato do tentente-coronel da Polícia Militar do Maranhão, Ronilson Gomes Pinto, foi preso em uma unidade de saúde de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF), na quarta-feira (9) pelo Grupo de Repressão a Narcóticos (Genarc). O PM foi morto no dia 28 de janeiro de 2021 em São Luís, capital do Maranhão. A ação é feita pela Polícia Civil de Goiás em parceria com a Superintendência Estadual de Homicídio e Proteção da Pessoa (SHPP) maranhense.
A SHPP do Maranhão já tinha realizado a prisão de dois suspeitos de participação no homício do tenente-coronel da PM. A troca de informações entre a Polícia Civil goiana e a superintendência maranhense levantaram a suspeita de que o procurado que estava foragido poderia estar na cidade do Entorno do DF.
Conforme informações da corporação goiana, o tenente-coronel Ronilson Gomes Pinto foi assassinado por três homens, que roubaram a motocicleta após atirarem contra a vítima. “Com os dados em mãos, os policiais civis foram a campo e encontraram o endereço do foragido no bairro Parque Estrela D’Alva VIII. No entanto, o investigado encontrava-se internado por ter caído do telhado de sua casa dias antes da ação policial”, informou a Polícia Civil.
Os policias detalharam que a prisão foi realizada na unidade de saúde onde o criminoso foi encontrado para tratamento de uma perfuração no pulmão. “A partir de então, a Polícia Penal passou a apoiar a operação e manteve a escolta do preso, sendo que, logo após a alta hospitalar, ele foi recambiado para o Estado do Maranhão, após decisão do Juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Luziânia.”
Latrocínio
De acordo com os policiais, o terceiro suspeito de participação na morte do PM maranhense está à disposição da Justiça. Ele será indiciado pelo crime de latrocínio, informou a Polícia Civil. Se for condenado, a pena pode chegar a 30 anos de prisão.
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