A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Polícia de Aruanã – 21ª DRP, lavrou auto e prisão em flagrante, no último dia (26), contra Marcus Antônio de Oliveira, investigado por crime sexual. Nesta data, uma mulher que estava em uma pousada em Aruanã foi vítima de tentativa de estupro. A vítima relatou que, após sair do banheiro de seu quarto e deitar-se, notou um movimento incomum nas cortinas, que inicialmente associou ao vento.
No entanto, percebeu que um homem tentava adentrar o quarto pela janela, já com as calças abaixadas, demonstrando inequívoca intenção libidinosa.
A vítima gritou por socorro, sendo acudida por seu companheiro e demais hóspedes, o que fez com que o agressor fugisse do local. Cerca de 40 minutos após o ocorrido, o suspeito foi novamente avistado nas dependências da pousada, observando crianças que brincavam na área de camping, comportamento considerado extremamente suspeito. Com a movimentação dos funcionários, o homem fugiu outra vez, pulando o muro da pousada e danificando sua estrutura.
Durante a averiguação do caso, os policiais encontraram uma motocicleta nas dependências da pousada, a qual foi posteriormente associada a ao autor. O veículo, inclusive, foi reconhecido por uma criança como o mesmo utilizado em outro episódio de abuso sexual infantil na região, caso que está sob investigação. Após buscas ininterruptas, a equipe policial localizou Marcus Antônio, que foi reconhecido pessoalmente pela vítima da tentativa de estupro. O conduzido foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Aruanã, onde teve sua prisão em flagrante formalizada.
A divulgação da imagem e qualificação do preso foi realizada nos termos do art. 13 da Lei n° 13.869/2019, da Portaria Normativa n° 547/2021/DGPC, visando a identificação de outras possíveis vítimas, bem como a colaboração com eventuais investigações em andamento em outras unidades da Polícia Civil, conforme despacho do delegado responsável pelo inquérito. Dada a proximidade dos fatos narrados e a coincidência das características da motocicleta utilizada pelo indivíduo, há indícios de reiteração criminosa, especialmente contra vítimas vulneráveis.
Com informações da Polícia civil de Goiás
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