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Plantão Policial

Criminoso conhecido como Pedro Bó, ligado ao PCC e condenado pelo assalto ao Banco Central, morre em troca de tiros com a PM em Anápolis

Além do assalto ao Banco Central, Pedro Bó era apontado como financiador de ataques a carros-fortes e bancos no estilo “Novo Cangaço”, que utiliza armamento pesado e explosivos para dominar cidades pequenas e médias.
Criminoso José Almeida Santana, conhecido como “Pedro Bó” (Foto: Reprodução)

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José Almeida Santana, apelidado de Pedro Bó, morreu no último sábado (22) após um intenso confronto com a Polícia Militar no bairro Nossa Senhora D’Abadia, em Anápolis, Goiás. Considerado um dos criminosos mais perigosos do país, Pedro Bó era um membro da alta cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) e cumpria pena pela participação no histórico assalto ao Banco Central de Fortaleza, ocorrido em 2005, quando mais de R$ 160 milhões foram desviados por meio de um túnel construído para o crime.

Durante a tentativa de abordagem policial perto do CEPMG Gabriel Issa, Pedro Bó reagiu e abriu fogo contra as equipes da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), do Tático do 4º BPM e do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer), que contaram com apoio aéreo do helicóptero. Baleado na troca de tiros, ele não resistiu, mesmo com o atendimento rápido do Samu.

Além do assalto ao Banco Central, Pedro Bó era apontado como financiador de ataques a carros-fortes e bancos no estilo “Novo Cangaço”, que utiliza armamento pesado e explosivos para dominar cidades pequenas e médias. Ele também era investigado por envolvimento em tráfico internacional de drogas destinado a regiões como Europa e África Ocidental. A ação policial representou um importante golpe contra uma das lideranças do crime organizado nacional, cujo histórico criminal incluía também participação em outros roubos e ações violentas pelo país.

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Essa ocorrência reafirma o empenho das forças de segurança no combate a criminosos de alta periculosidade que atuam em Goiás e em outras regiões, assegurando a proteção à população e a repressão ao crime organizado.

Pedro Bó deixa um legado criminal extenso e sua morte pode afetar a dinâmica das organizações criminosas às quais estava ligado.

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