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Psicólogo réu diz em julgamento que Maradona tinha transtorno bipolar e personalidade narcisista

Díaz relatou que acompanhou Maradona por 29 dias antes da morte do ex-jogador, em 25 de novembro de 2020
Psicólogo réu diz em julgamento que Maradona tinha transtorno bipolar e personalidade narcisista. Foto: Reprodução

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Em depoimento no julgamento sobre a morte de Diego Maradona, o psicólogo Carlos Díaz afirmou que o ex-camisa 10 da Argentina tinha transtorno bipolar e transtorno de personalidade narcisista. Réu no processo, ele disse ao tribunal que o quadro do ídolo também incluía dependência química e que o tratamento deveria ser conduzido com foco na abstinência de álcool.

Díaz relatou que acompanhou Maradona por 29 dias antes da morte do ex-jogador, em 25 de novembro de 2020. A fala ocorreu em audiência que investiga a responsabilidade de sete integrantes da equipe médica que cuidava do craque nos últimos dias de vida.

A manifestação do psicólogo repercutiu na imprensa argentina e internacional porque expôs, de forma direta, diagnósticos de saúde mental atribuídos a Maradona no contexto do processo judicial. O caso segue em andamento na Argentina.

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