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Arquiteta baiana descobre, após velório, que companheiro mantinha três amantes

Relato de Kaline Macêdo, que viralizou em julho, expõe traições paralelas e ganha repercussão nacional; caso ocorreu em Salvador em outubro de 2025
Arquiteta baiana descobre, após velório, que companheiro mantinha três amantes. Foto: Reprodução

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Um depoimento publicado nas redes sociais pela arquiteta e engenheira civil Kaline Macêdo, de Salvador (BA), expôs uma história de traições múltiplas que chocou internautas e ganhou cobertura da imprensa nacional. Em vídeo divulgado em 14 de julho de 2026, ela contou que, após o velório do companheiro, morto em outubro de 2025, descobriu que ele mantinha três relacionamentos extraconjugais simultâneos — e que duas das amantes estavam presentes na cerimônia de despedida.

Segundo Kaline, o relacionamento durou 12 anos. O companheiro, de 41 anos, morreu em um acidente de carro quando voltava de viagem com uma das amantes. Durante o velório, a mãe da arquiteta conversou com uma das mulheres e percebeu que ela também se considerava namorada do falecido, com quem mantinha um vínculo de três anos. A família então identificou outra mulher na cerimônia que também tinha relacionamento com ele.

Nos dias seguintes, veio à tona uma terceira amante: uma jovem de 19 anos que trabalhava como estagiária na empresa onde o homem atuava. Em seu relato, Kaline classificou o companheiro como “mitomaníaco manipulador” e disse que precisou ressignificar o luto diante das revelações.

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O vídeo publicado por Kaline ultrapassou 300 mil curtidas em uma das plataformas e alcançou mais de 3 milhões de visualizações em outra, atraindo a atenção de portais como Metrópoles, CNN Brasil e g1. Após a viralização, a arquiteta afirmou ter recebido mensagens de outras mulheres com histórias semelhantes, o que, segundo ela, reforça a dimensão do problema de relacionamentos paralelos sustentados por longos períodos.

O caso, embora tenha acontecido em outubro de 2025, só ganhou repercussão ampla em julho de 2026, quando Kaline decidiu compartilhar publicamente sua experiência como forma de processar o luto e alertar outras pessoas sobre sinais de relacionamentos enganosos. O episódio reacendeu debates sobre confiança, lealdade e os limites da privacidade em relacionamentos, além de destacar o poder das redes sociais em amplificar histórias pessoais com forte apelo emocional.

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