Luto

Advogada de Goianésia morre após ter complicações depois de fazer cirurgia bariátrica

A família disse que a mulher teve infecções, causadas pelo rompimento de uma das suturas do estômago. Ela era coordenadora pedagógica do curso de direito da Faculdade Evangélica.

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Advogada e coordenadora pedagógica Simone Maria da Silva teve complicações após uma cirurgia bariátrica e morreu, em Goianésia. Foto: Redes Sociais

Simone Maria da Silva, advogada e coordenadora pedagógica, teve complicações após uma cirurgia bariátrica e morreu, em Goianésia no Vale do São Patrício. Conforme a família, a mulher teve infecções, causadas pelo rompimento de uma das suturas do estômago.

A Polícia Civil (PC) informou que o caso será investigado e que a família da vítima será intimada para prestar depoimento. A Polícia Científica não informou qual foi a causa da morte.

A sobrinha Lara Caroliny diz que a tia sonhava em fazer a cirurgia, porque sempre sofreu com muitas críticas e brincadeiras de mau gosto sobre sua aparência. Simone passou pela bariátrica no dia 19 de janeiro no Hospital Santa Luzia na cidade de Goianésia. A advogada entrou no centro cirúrgico às 17h e saiu às 01h30, mais de oito horas de cirurgia.

“Era uma conquista para ela. Depois de tantas críticas, tantos apelidos, ela resolveu fazer a bariátrica”, contou a sobrinhada vítima.

No pós-operatório Simone reclamava de dores. Dois dias depois, segundo Lara, o médico identificou infecções e pediu que a advogada fosse internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Carlos, em Goiânia, para ter um atendimento mais cuidadoso e completo. Ela teve uma melhora e foi liberada para o quarto uma semana depois.

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“Ela ficou uma semana no quarto, quando foi na quinta-feira resolveram refazer a bariátrica dela para tirar a infecção, pois estava muito infeccionado. Fez e ela voltou para a UTI e não saiu mais”, lamentou Lara.

De acordo com a família, Simone teve uma fístula no estômago – quando a sutura feita na cirurgia bariátrica se rompe e acaba causando infecções dentro da barriga. Com o agravamento do estado de saúde, a advogada precisou ser entubada e fazer hemodiálise, mas não resistiu e morreu na quarta-feira (28).

Homenagens

Nas redes sociais, o curso de direito da Faculdade Evangélica de Goianésia, onde Simone trabalhava como coordenadora pedagógica, lamentou a morte dela.

“Sabemos que nenhuma palavra nesse momento é capaz de trazer qualquer conforto, por isso oramos e esperamos em Deus que conforte toda família, e que a Paz que excede todo entendimento, tome conta dos corações aflitos”, menciona o comunicado.

Lara também usou as redes para prestar homenagens para a tia. “Você deixou um legado lindo aqui. Obrigada por tudo, espero te encontrar em breve. Meus dias agora serão cinzas. Te amo infinitamente”, enfatizou.

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CIDADES

Em Goiás, PC erra endereço e arromba casa com armas em punho; Assista

A moradora foi acordada pelos gritos e marretadas e gravou toda a ação, afirmando ainda que teria sido agredida no processo.

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Em Goiás, PC erra endereço e arromba casa com armas em punho. Foto: Reprodução

Na madrugada desta quinta-feira (11), com os gritos de policiais e marretadas arrombando o portão que uma família, foi acordada uma moradora do Bairro Industrial Santo Antônio, em Aparecida de Goiânia, foi acordada.

Na verdade, os agentes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) erraram o endereço em questão, adentrando, de armas em punho, a casa errada.

A moradora, que estava acompanhada do parceiro, gravou toda a situação e alegou, inclusive, ter sido agredida pelos policiais.

Através das imagens, foi registrado o acalorado bate e boca entre os agentes policiais e os residentes, enquanto eles tentam entender toda a situação.

É possível ouvir a mulher reclamar que o filho, ainda bebê, tinha sido acordado pelas autoridades, que, em contrapartida, afirmam que ela própria teria acordado o pequeno, tamanha a gritaria.

Questionados, os agentes afirmaram que estariam apenas cumprindo um mandado de busca e apreensão, no entanto, ao relatarem o nome da pessoa em desfavor no documento, foram informados de que ali não residia ninguém que se encaixasse na descrição.

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No mesmo instante, eles parecem perceber o ocorrido e começam a, lentamente, se retirar do local.

Através de nota oficial, a PC-GO informou que já está apurando o caso. “A Polícia Civil de Goiás informa que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial. E que eventuais supostos abusos cometidos durante a operação já estão sendo investigados pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO”.

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