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Opinião

“Ainda estou aqui” o filme!

O cinema romanceou e coloriu a participação do Deputado naquele estágio de transformação do país, de tal ordem e hoje recebemos o Oscar cinematográfico. Uma homenagem muito especial a um subversivo do sistema, que mancharam a vida nacional com sangue desnecessário.
Cícero Maia

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Como sabemos o cinema é uma das mais belas de todas as artes que existe no mundo das realidades, subjetivas pela sua infinita capacidade de dar vida e colorido  a uma situação, longe do possível, uma vez que ele é capaz de criar ilusões capaz de levar a quem assiste as suas cenas até as lagrimas, por induzir o assistente a uma sugestão de tal ordem que a pessoa sai do estado de consciência natural para se envolver profundamente com o irreal do produtor daquela obra de ficção  por este  dar  alma a uma realidade que dificilmente existiu ou existirá!

Foi assim com o filme King Kong, um gorila, apesar de toda força metafísica que ele esboça é capaz de tomar atitudes ternas e suaves que emociona naturalmente a quem assiste o filme. Outro filme com esta capacidade de envolvimento, por parte de quem o assiste, é Titanic, uma produção feita com o máximo de realidade que não há como fazer como a pessoa que o assiste não se comova com a ficção que ali é vista.

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O filme do momento, AINDA ESTOU AQUI, se apoia em um personagem da história recente do Brasil que mexeu com as vísceras da nação por ter trazido à tona a vida da família de um dos personagens, daquele momento, que como outras famílias também teve os seus momentos de repulsa, tristeza e tantos outros sentimentos aqui esquecidos.

Aos jovens há menos tempo que eu, esclareço que, teve um período na vida nacional, que um bando de alucinados decidiu que deveriam mudar o regime político do país para outro que eles consideravam ser o melhor para os brasileiros e que este era conhecido como DITADURA DO PROLETARIADO, já implantado em Cuba. As autoridades vigentes no país naquele momento se opuseram veementemente e, como contra ação, vinda dos responsáveis pela Nação, começaram a, dilapidar a sociedade por meio de ações violentas como: sequestro de embaixadores, desvio de aviões em pleno voo, assaltos os mais variados e assassinatos criminosos.

Dentre esses utopistas, pela nova proposta de regime, estava o Deputado Rubens Paiva, que segundo informações oficiosas, era simpático a Carlos Lamarca um capitão do exército que trocou tudo pela luta armada em função de seu objetivo.

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O cinema romanceou e coloriu a participação do Deputado naquele estágio de transformação do país, de tal ordem e hoje recebemos o Oscar cinematográfico. Uma homenagem muito especial a um subversivo do sistema, que mancharam a vida nacional com sangue desnecessário.

Cícero Carlos Maia é professor – [email protected]

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