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Após passar mal, advogada presa por delegado em Goiás diz que corpo ‘respondeu à tensão’: ‘Dores que não aparecem’

Em desabafo feito do hospital, ela afirmou que o corpo “respondeu” à tensão vivida e resumiu o momento como “dores que não aparecem”.
Após passar mal, advogada presa por delegado em Goiás diz que corpo ‘respondeu à tensão’: ‘Dores que não aparecem’. Foto: Reprodução

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A advogada Áricka Rosália Alves Cunha, presa após publicar críticas nas redes sociais sobre o arquivamento de um boletim de ocorrência, relatou no último sábado (25) que precisou de atendimento médico depois de enfrentar dias de forte abalo emocional. Em desabafo feito do hospital, ela afirmou que o corpo “respondeu” à tensão vivida e resumiu o momento como “dores que não aparecem”.

Áricka disse que esteve em observação no Hospital Municipal Jair Paiva, em Cocalzinho de Goiás, recebeu medicação e depois teve alta. Segundo ela, o episódio a afetou fisicamente e emocionalmente, após a repercussão da prisão feita pelo delegado Christian Zilmon Mata dos Santos.

A prisão ocorreu em 15 de abril, dentro do escritório da advogada, após ela questionar nas redes sociais a decisão policial que arquivou uma ocorrência que havia registrado. O caso ganhou grande repercussão em Goiás e também provocou reação da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO), que passou a acompanhar a situação.

O delegado foi transferido de Cocalzinho de Goiás para Águas Lindas de Goiás após a polêmica, em decisão oficializada pela Polícia Civil. Já a advogada, que foi liberada no mesmo dia mediante fiança de R$ 10 mil, afirmou que se sentiu perseguida e chegou a deixar a cidade por temer estar sendo monitorada com drones, segundo relato divulgado pelo g1.

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A versão de Áricka é de que ela apenas criticou publicamente o arquivamento do boletim de ocorrência, enquanto o delegado entendeu a publicação como ofensiva e determinou a prisão por suspeita de difamação. O episódio reacendeu debate sobre liberdade de expressão, abuso de autoridade e prerrogativas da advocacia.

A fala mais recente da advogada reforça o impacto pessoal da ocorrência e acrescenta um novo desdobramento ao caso, agora também marcado por questões de saúde. Ela afirmou que espera punição severa para o delegado.

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