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Audiência Pública: Ceres e Rialma visam diminuir a violência

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No dia 28, foi dado o primeiro passo pelos vereadores, poder executivo e judiciário das duas cidades frente aos problemas relacionados à segurança pública, quando da realização de audiência Pública.

A audiência pública contou com a participação de representantes de Ceres e Rialma, cobranças e possibilidades de ações inovadoras poderão surgir nos próximos meses beneficiando a segurança pública das duas cidades.

Presidida pelos presidentes da Câmaras Municipais de Ceres e Rialma Jairo José e Ismael Filho, além da participação de vereadores das duas cidades, representantes do poder judiciário, Claudinei Araújo representando a Polícia Civil, Delegado Regional Gerson José de Sousa, Comandante da 22ª CIPM Paulo César Lopes, Promotores de Justiça Marcos Alberto Rios (2ª Promotoria de Ceres) e Leandro Koiti Murata (Rialma), Secretário de Meio Ambiente representando o prefeito de Rialma Clever Vasconcelos, Coronel PM Wagner Borges, representando o Conselho Tutelar Valdenor Lucas Fernandes, Delegado da Polícia Civil  Marco Aurélio Euzébio, Presidente da OAB Subseção Ceres, Luciano do Vale, prefeita municipal de Ceres Inês Brito, Comandante do CMDO Rhevysson Martins, presidente da ACICER-CDL Sônia de Fátima, Gerente da Caixa Econômica Federal Jânio José, presidente do SINDCERES Regislene Fernandes, Coordenadora do SENAC Ceres Marcia Borges, alunos da Escola João XXIII e outros representantes do judiciário e da comunidade discutiram diversos problemas surgidos nos últimos anos referentes a violência e criminalidade no município de Ceres/ Rialma.

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As questões mais cobradas por todos e reforçada pelos oradores das duas cidades foram; o problema ser de cunho político, erros nas elaboração de algumas leis, falta de viaturas, falta de contingentes, falta de material humano, remuneração baixa aos representantes da lei, baixos salários aos futuros recrutas da polícia; falta de campanhas informativas, falta de apoio da comunidade, falta de relacionamento polícia/comunidade, falta de câmaras de seguranças, falta de cadeias, leis ineficazes, falta de vontades dos políticos, pouca ação e muita politicagem por parte do governo estadual entre outras.

Diversas foram as soluções apresentadas pelos participantes de possível realização pelos dois municípios serão estudadas e trabalhadas em ação conjunta, legislativo, executivo e judiciário. Uma campanha para implantação de câmaras pelas ruas das cidades, com o apoio da comunidade; campanhas e divulgações nos rádios, jornais e redes de sociais em busca de maior apoio e melhor relacionamento entre a polícia/comunidade; cobrança por melhores leis juntos aos representantes federais, trabalhar na  implantação de guardas mirins, busca de mais efetivos,  mais ações com o PROERD, mais abordagens, mais prevenções, divulgação do 190, entrega de documentos e solicitações junto aos governos, entre outras.

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Importantes autoridades da área se fizeram presentes frente ao quadro e a seriedade da problemática das duas cidades e um documento será lavrado e encaminhado também ao Secretário de Segurança pública do Estado de Goiás.

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