por Renato Violi, jornalista e nutricionista em formação
com informações da Agência Brasil
A queda de braço entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a Petrobras e governadores está longe de acabar. No início do mês, o chefe do executivo desafiou os líderes estaduais a zerar impostos para frear o preço repassado ao consumidor, mas ninguém se posicionou à favor da medida.
A justificativa é de que os estados entraram num processo de desequilíbrio fiscal, uma vez que o ICMS sobre os combustíveis representa boa parte da arrecadação, necessária para manutenção da máquina pública.
Desde a 00h de hoje (19) passou a valer o novo reajuste sobre os combustíveis, anunciado pela Petrobrás. A gasolina ficará 10% mais cara e o óleo diesel 15% a mais na refinaria. O alinhamento de preços segue cotações no mercado internacional e segundo a estatal, evitaria o desabastecimento no Brasil. Os combustíveis também sofrem influência do dólar, cotado a R$5,45 até metade da manhã.
Sem chance de reverter o preço e com temores de novos protestos por parte dos caminhoneiros, Bolsonaro anunciou por meio das redes sociais que vai ZERAR os impostos federais PIS, COFINS e CIDE sobre o óleo diesel e gás de cozinha.
Pelos cálculos do governo federal, a retirada dos tributos deve reduzir em 9% o preço do óleo diesel e 3% no custo do gás de cozinha. A medida passa a valer a partir do dia 01 de março de 2021. O governo estuda ainda outras medidas para frear o aumento de preços, ao que tudo indica, Bolsonaro deve pedir a demissão do presidente da Petrobrás, mas para isso ainda precisa de uma avaliação do conselho administrativo da empresa.
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