Eleições 2020

Candidato a prefeito de Goianésia é beneficiário dos R$ 600 de auxílio emergencial

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O candidato a prefeito de Goianésia, Leonardo Silva Menezes (DEM), aparece em lista realizada pelo jornal O Globo, sobre doadores de campanhas inscritos em programas sociais de distribuição de rendas do Governo Federal. Leonardo aparece com o maior aporte financeiro, dentre os beneficiários e candidatos. Ao todo, investiu do próprio bolso na campanha o equivalente a R$ 71,5 mil, recebendo auxílio emergencial de R$ 600,00

Além disso, valor dos recursos próprios representou mais do que um terço do que ele próprio declarou em bens ao Tribunal. Cerca de R$ 183,7 mil. Ao O Globo, Menezes explicou ter sido alvo de fraude e que devolverá os R$ 1.200,00 de duas parcelas do auxílio emergencial. Segundo o o candidato, ele não recebeu esses valores.

Os dados, de acordo com O Globo, foram levantados com base nas informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Ministério da Cidadania e mostraram mais de 23 mil inscritos em programa de distribuição de renda que estão na lista de doadores para candidatos nestas eleições. Eles recebem Bolsa Família e auxílio emergencial, o de R$ 600,00. Ao todo, segundo o jornal carioca, as doações para candidatos a prefeitos e vereadores já somam mais de R$ 23,8 milhões.

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São R$ 13,2 milhões em doações financeiras e R$ 10,6 milhões das chamadas doações estimadas, quando é doado algum tipo de material ou serviço, por exemplo, prestação de serviços como limpeza ou reforma de um comitê de campanha.

De acordo com O Globo, a média das doações está em torno de R$ 650,00. Em comparação, com o valor do auxílio emergencial, é como se uma das parcelas recebidas fosse repassada para financiar um candidato.

 

Milionários

Além disso, foi apontado que quase 300 candidatos, possuindo patrimônios milionários e que foram beneficiários do auxílio emergencial pago pelo Governo Federal.

Nesse contexto, o montante deve ser maior, uma vez que o prazo para a entrega dos relatórios parciais das prestações de contas termina neste domingo. Segundo O Globo, até sexta-feira (23), foram declarados por candidatos mais de R$ 424 milhões em receitas do próprio bolso ou provenientes de pessoas físicas. Desse total, 5,6% são de beneficiários do auxílio emergencial e do Bolsa Família.

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JUDICIÁRIO

Em Rubiataba, motorista que provocou a morte de um pai e feriu o filho deste, vai a júri popular

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O juiz de direito, Alex Alves Lessa, da Comarca de Rubiataba, mandou a júri popular Diogo Dourado de Paula, pelas práticas dos crimes de homicídio contra João Batista de Andrade e a tentativa de homicídio contra João Otávio de Andrade, em decorrência de acidente de trânsito. O crime aconteceu no dia 1º de janeiro de 2019, em Rubiataba, no Vale do São Patrício.

Narra a peça acusatória que, no dia do crime, pai e filho, respectivamente João Batista de Andrade e João Otávio de Andrade, saíram para dar uma volta de motocicleta, quando decidiram passar numa farmácia. Ao chegarem, constataram que não tinha o remédio indicado pelo médico, momento em que se deslocaram para outra farmácia, mas o estabelecimento já se encontrava fechado. No retorno para casa, pararam no semáforo, aguardando que o mesmo sinalizasse o verde para passar. Depois que o sinal abriu, ambos começaram a trafegar pela via, permanecendo no meio da rua, quando foram surpreendidos por uma caminhonete. Conforme o processo, uma das vítimas foi arremessada, e que, após a batida, o dono da caminhonete começou a acelerar, fugindo logo em seguida do local.

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As equipes do Samu foram acionadas, mas, quando chegaram ao local, o condutor da motocicleta não resistiu aos ferimentos e morreu, enquanto o filho dele teve escoriações pelo corpo. Durante interrogatório, João Otávio de Andrade disse que o condutor da caminhonete não desceu para ajudar e prestar socorro, tendo esse se evadido do local. Além disso, ele afirmou que após o acidente passou a usar remédio controlado, devido ao trauma sofrido.

Consta ainda dos autos que o pai de Diogo Dourado foi até a casa das vítimas, onde levou cestas básicas, além de firmar acordo com a família, onde, na oportunidade, pagou o equivalente a R$ 30 mil. Uma outra testemunha também contou que Diogo estava na casa de um amigo, onde ingeriu bebida alcoólica.

Ainda, de acordo com o processo, o denunciado se recusou que outra pessoa o levasse para casa, já que estava embriagado. “Tentamos até esconder a chave do carro dele, tendo por objetivo impedi-lo de ir embora, mas acabamos devolvendo mesmo sabendo que ele estava tonto”, comentou. Além desse, outro colega de Diogo afirmou que ele já havia se envolvido em outro acidente de trânsito. Ao analisar o caso, o magistrado argumentou que essa não foi a única vez que o réu se envolve em fato desta natureza, sendo que, na primeira, o denunciado também praticou homicídio enquanto estava embriagado, e em alta velocidade, com emprego de direção perigosa. “Na época dos fatos narrados na presente denúncia, Diogo Dourado estava com a habilitação suspensa, justamente por ter sido condenado por homicídio culposo no trânsito”, frisou.

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Ressaltou ainda que o denunciado praticou o fato em situação clara e reprovável de embriaguez ao volante, mesmo após ser advertido pelos amigos que não tinha condições de dirigir. “As próprias testemunhas deixaram claro que, após ingerir bebida alcoólica durante festa de réveillon, e também em churrasco no dia seguinte, o réu fez com que os amigos devolvessem a chave não para ir para casa, mas a uma loja de conveniência”, explicou o magistrado.

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