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Candidatos a governador de Goiás defendem aumento de efetivo e valorização na segurança

Conheça as propostas dos oito candidatos ao governo do Estado.

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Plano de Gestão dos candidatos do governo de Goiás nesta quarta-feira (7). Desta vez, o eixo que terá trechos apontados é o da segurança pública.

É preciso reforçar que se trata de um recorte. Sendo assim, o plano completo está disponível no site Divulga Contas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Gustavo Mendanha

O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (Patriota) tem como proposta recompor os efetivos da Polícia Militar, Civil, Bombeiros, Diretoria-Geral de Administração Penitenciária, além de oferecer atenção especial à saúde física e mental destes servidores. Ele também quer a capacitação destas forças, bem como a modernização das mesmas, por meio da digitalização de procedimentos, criação de Central Virtual Única de Flagrantes, ampliação do sistema de videomonitoramento e mais. Ele pretende, ainda, ampliar e reformar as estruturas existentes, além de aprimorar o atendimento à vítima e mais.

Ronaldo Caiado 

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) aponta, em resumo, que pretende “reduzir continuamente os índices de criminalidade; fortalecer e modernizar o sistema de segurança pública de Goiás; e transformar Goiás em referência no enfrentamento de crimes

virtuais”. Ele também fala em valorizar e melhorar a capacitação da corporação, propiciar um Estado mais seguro para as mulheres, implantar serviço de monitoramento das queimadas, além de aumentar o número de policiais e outros pontos.

Major Vitor Hugo

Deputado federal, o candidato major Vitor Hugo (PL) escreve em seu plano de gestão o fortalecimento da atividade de inteligência nas instituições de segurança pública. Além disso, ele pretende fomentar a integração das forças de segurança por meio de centros de operações e ampliar o combate à corrupção. Ele também prevê a criação de uma força de ação rápida da Polícia Militar e Bombeiros, e o aumento do efetivo dos agentes de segurança. Vitor Hugo também fala no aproveitamento de profissionais qualificados, valorização e capacitação da força atual, investimento no sistema prisional, etc.

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Wolmir Amado

O petista Wolmir Amado fala em “segurança cidadã”. No projeto, ele enumera: “Segurança pública cidadã e eficiente, que valoriza os policiais e que defende os direitos humanos; garantia da segurança pública cidadã; criação de conselhos comunitários que deverão acompanhar o desempenho das atividades policiais e a promoção da interação polícia e comunidade, valorização e integração das guardas municipais e vigilâncias; para ampliar o respeito, a promoção, a proteção e a realização dos direitos humanos, bem como a reparação de violações, é necessário criação, aprovação e a instalação do Conselho Estadual de Direitos Humanos.”

Cíntia Dias 

Cíntia Dias (PSOL) propõe a retomada de concursos públicos para segurança pública. Além disso, ela cita “a reorientação das políticas sociais e econômicas para o combate as estruturas de desenvolvimento desigual, tem como ponto de partida, o combate à fome e ao desemprego, criando as condições sociais para a garantia de acesso aos bens públicos como educação, saúde, transporte e segurança pública (entre outros) com qualidade e de acordo com as necessidades da ampla maioria de nosso povo”.

Edigar Diniz

Candidato do Novo, Edigar Diniz aponta que a segurança públic é um dos principais serviços que o Estado deve prover. No plano, ele defende que “a polícia tenha todos os treinamentos e meios para enfrentar criminosos, e sempre que necessário com uso da força”. Entre as propostas está  investimento em câmeras nas principais cidades, ampliar os recursos na polícia investigativas, criar incentivos e bônus por solução de crimes, acabar com critérios políticos de promoção e transferência, mais transparência, contratação de profissionais (se houver espaço orçamentário), dentre outros.

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Reinaldo Pantaleão

O professor Reinaldo Pantaleão (UP) elenca em seu plano de gestão, no eixo segurança pública, o combate ao crime organizado com forças de inteligência, a reformulação do treinamento de Policiais Militares, interromper a militarização das Guardas Civis, bem como o tratamento do cargo de agente prisional como carreira policial. Ele também defende a melhoria das condições carcerárias para reintegrar os detentos, a divulgação de  dados relacionados a ocorrências atendidas pelas Polícias, etc.

Helga Martins 

Em seu plano, a professora Helga Martins (PCB) quer desmilitarizar a polícia, tornando-a unitária, civil  e judiciária. Além disso, pretende criar um órgão de controle popular sobre as polícias civil e militar, inclusive com a incumbência de supervisionar o funcionamento de ouvidorias e corregedorias. Ela também quer a reestruturação das forças de segurança, a prioridade nos sistemas de inteligência, o fortalecimento do atendimento psicossocial nos estabelecimentos socioeducativos e prisionais, o incremento à qualidade de vida do policial militar (com melhores salários e formação continuada), dentre outras coisas.

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POLÍTICA

Aumenta o uso de nome social entre eleitores trans no Brasil

A quantidade de pessoas trans que solicitaram a inclusão dessa identificação no título pulou de 9.900 para 37,6 mil em apenas dois anos.

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Um levantamento da Folha de São Paulo, baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revelou que o uso do nome social por eleitores transexuais e travestis disparou neste ano no Brasil.

Conforme a pesquisa, a quantidade de pessoas trans que solicitaram a inclusão dessa identificação no título pulou de 9.900 para 37,6 mil em apenas dois anos, aumento de 277% na comparação com o último pleito municipal.

A lista de localidades com eleitores registrados também aumentou. Ao menos um brasileiro está apto a votar com o nome social em 3.245 cidades de todos os estados. Há dois anos, eram 1.973 municípios.

Através de resolução do TSE, o direito foi conquistado em 2018. Pessoas não identificadas com o sexo biológico podem incluir no título de eleitor o nome com o qual são reconhecidas socialmente e serem assim tratadas nos locais de votação.

Esse grupo, que em sua maioria se identifica com o gênero feminino e tem menos de 30 anos de idade, corresponde a 0,02% do eleitorado, ou 1 a cada 4.156 pessoas habilitadas para o pleito deste ano.

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Em decorrência das limitações nos dados das inscrições entregues ao TSE, é difícil, no entanto, traçar um perfil dessas candidaturas. Em 2022, 35 postulantes informaram um nome social, ante 29 nas últimas eleições nacionais, em 2018. Isso não significa, no entanto, que todos eles sejam transexuais nem que todos os candidatos trans aparecem nesses registros.

As candidaturas

Uma pesquisa realizada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) identificou 65 pessoas trans disputando o pleito deste ano, sem contar aquelas que integram candidaturas coletivas, mas não como titulares. Esse número representa 0,2% do total de registros, ou um a cada 435 postulantes inscritos.

O levantamento indica que há a possibilidade de que alguns candidatos ainda desconhecem o direito válido desde 2018, porque não preencheram o campo reservado ao nome social, enquanto se registraram com nome civil e nome de urna associados a gêneros diferentes.

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