
Mãe presa é após enviar ao pai vídeo em que agride bebê de 5 meses
Após a prisão, a suspeita passou por audiência de custódia e recebeu liberdade provisória.

Após a prisão, a suspeita passou por audiência de custódia e recebeu liberdade provisória.

Segundo as investigações, a PF recebeu informações de que o suspeito aguardava a chegada de uma remessa de dinheiro falsificado comprada pela internet.

O caso continua cercado de debate e levanta discussões sobre proteção infantil, responsabilidade familiar e a importância de investigações cuidadosas antes de conclusões definitivas.

As vítimas foram identificadas pela polícia como Lázaro Gabriel Belotto de Oliveira, Marcelo Henrique Belotto e Marcos Paulo Belotto dos Santos, moradores de Araguari (MG).

A PMMG fez o primeiro atendimento e acionou a perícia. A PCMG abriu inquérito para apurar as circunstâncias do homicídio, mas, até o momento, não há registro de prisões nem informações oficiais sobre a motivação do crime ou a identidade dos suspeitos.

Havia indícios de que receitas de determinadas operações teriam sido indevidamente vinculadas a abastecimentos por convênio, beneficiando-se de lançamentos falsos.

A ocorrência é investigada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, do Batalhão Maria da Penha, e o crime foi classificado como lesão corporal grave.

Após a circulação dos vídeos, equipes da corporação realizaram diligências e localizaram o motorista, que confirmou aos policiais ter ingerido bebida alcoólica antes do episódio.

Segundo a corporação, as investigações começaram imediatamente após o crime. Um dos suspeitos foi preso em flagrante e confessou participação, apontando outros dois envolvidos.

Ao chegar ao local, os policiais localizaram a mulher, que inicialmente afirmou que a morte teria sido um acidente. Conforme seu relato, ela segurava uma faca no colo e, ao abraçar Fernando, o instrumento teria perfurado o abdome da vítima.