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SAÚDE

Cerveja em lata tem menor risco de contaminação por metanol, alertam especialistas

É importante que o consumidor sempre verifique a procedência da bebida alcoólica, evitando produtos de origens duvidosas ou clandestinos.
Cerveja em lata tem menor risco de contaminação por metanol, alertam especialistas. Foto: SimpleImages_Getty

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Com o aumento dos casos de intoxicação por metanol relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas, consumidores têm se preocupado com a segurança de bebidas como a cerveja em lata. Especialistas afirmam que a cerveja apresenta um risco muito baixo de contaminação por metanol. Isso porque a cerveja é uma bebida fermentada, não destilada, e o processo natural de produção gera quantidades insignificantes da toxina, que não representam perigo à saúde.

Segundo o professor Thiago Correra, do Instituto de Química da USP, as latas são menos visadas para falsificação do que garrafas, já que são mais difíceis de serem adulteradas. Embora não seja completamente imune, a cerveja enlatada tem menor risco, especialmente se adquirida de fornecedores confiáveis. Em contrapartida, as bebidas destiladas, como gim, uísque e vodca, são as que mais apresentam risco de adulteração com metanol, uma vez que seu processo de produção permite maior concentração da substância e são mais alvos de fraudes criminosas.

É importante que o consumidor sempre verifique a procedência da bebida alcoólica, evitando produtos de origens duvidosas ou clandestinos. Em casos anteriores envolvendo contaminação de cervejas, como o da Backer, as falhas ocorreram no processo de fabricação e não por adulteração posterior. Assim, a principal recomendação dos especialistas é consumir cervejas enlatadas de marcas confiáveis para minimizar qualquer risco de intoxicação por metanol.

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Portanto, enquanto o risco não é zero, a cerveja em lata é considerada uma opção relativamente segura diante da atual crise de contaminação, desde que se mantenha o cuidado com a origem do produto consumido.

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