Cidades

Cocalzinho de Goiás: Raio mata vacas em fazenda; Assista

Das cinco novilhas, três estavam prenhas. O prejuízo financeiro estimado ficou em cerca de R$ 20 mil, sendo que cada animal vale de R$ 3 mil a R$ 4 mil. “Além do prejuízo financeiro, meu pai também teve um prejuízo emocional, porque ele cria elas desde que elas eram bezerrinhas”, finalizou.

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Raio mata vacas em fazenda. Foto: Divulgação/Joyce Machado.

Um raio atingiu e matou cinco vacas na zona rural de Cocalzinho de Goiás, cidade no entorno do Distrito Federal. O dono dos animais e produtor rural, José Miranda de 60 anos, presenciou a cena e gravou um vídeo mostrando os animais mortos.
O caso aconteceu durante a chuva da última quarta-feira (1º). José e sua filha, Joyce Machado, decidiram compartilhar o vídeo para alertar a população sobre os perigos dos raios nesse período chuvoso.

“O temporal foi muito forte, queimou algumas lâmpadas em casa e acabou matando os animais. O meu pai só foi ver no outro dia quando ele saiu para apartar as vacas”, disse Joyce. De acordo com ela, é a primeira vez que animais são atingidos por um raio no local. “Os raios já caíram em árvores, mas atingir animais é a primeira vez”.

Ela e o pai conseguiram detectar o motivo da morte porque as vacas estavam bastante inchadas e cortadas. As árvores próximas estavam todas afetadas e queimadas com a tempestade.

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Das cinco novilhas, três estavam prenhas. O prejuízo financeiro estimado ficou em cerca de R$ 20 mil, sendo que cada animal vale de R$ 3 mil a R$ 4 mil. “Além do prejuízo financeiro, meu pai também teve um prejuízo emocional, porque ele cria elas desde que elas eram bezerrinhas”, finalizou.

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Em Goiás, professora que foi demitida após ter fotos nuas vazadas por alunos diz que foi recontratada

A professora Bruna Flor de Macedo Barcelos ficou mais de 5 meses desempregada. De acordo com ela, o contrato anterior à demissão passará a valer novamente.

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Em Goiás, professora que foi demitida após ter fotos nuas vazadas por alunos diz que foi recontratada. Foto: Arquivo Pessoal/Bruna Flor

A professora de história Bruna Flor de Macedo Barcelos, que havia denunciado sua demissão após ter sido vazadas fotos nuas suas por estudantes, disse que foi recontratada para trabalhar na rede estadual em Goiânia. Bruna ficou mais de 5 meses desempregada.

“Sinto-me feliz. A dignidade da pessoa humana precisa ser assegurada”, comemorou.

De acordo com a professora, o contrato anterior à demissão passará a valer novamente. Ela foi demitida em novembro de 2023.

Através de nota enviada em março, a Seduc alegou que Bruna tinha sido contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar e que o desligamento dela ocorreu devido à convocação de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, em 2023, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino.

Um documento elaborado pela Escola Estadual Doutor Gerson de Faria sobre o desligamento citou o vazamento das fotos. Em resposta a um ofício em defesa da professora, a instituição afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A escola também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos. A instituição também alegou que orientou a professora a procurar a polícia.

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Nota resposta da Secretaria de Estado da Educação de Goiás

Em atenção à solicitação de informações sobre o desligamento da professora Bruna Flor de Macedo Barcelos, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) responde:

– A professora em questão havia sido contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar. O desligamento da profissional se deu devido à convocação em 2023 de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino;

– Sobre os fatos que envolvem a conduta da professora, a Seduc Goiás esclarece que segue a legislação de proteção à criança e adolescente, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sempre trabalhando com zelo e prezando pela harmonia e respeito entre os servidores e estudantes.

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