O materialismo limita o indivíduo na dimensão espiritual. O que o torna restrito em termos de entendimentos e compreensão, tal como o daltônico que não percebe certas cores. Nesta limitação, acaba se fragmentando, pois apesar de estar rodeado em um oceano imaterial e com fluxos constantes, não consegue ter olhos e coração para ver e perceber. Mas é necessário paciência e tolerância, pois, assim como a criança aprende primeiro a engatinhar para depois começar a andar, o mesmo acontece com os materialistas que expandirão suas capacidades para além daquilo que pode tocar ou ver fisicamente.
Há na dimensão espiritual o desdobramento de fenômenos que diminuiriam os problemas humanos da crise existencial e dos propósitos de vida. Questões como “de onde viemos”, “para onde vamos”, “quem sou eu” ficariam acessíveis com a matriz do espírito.
Como resposta genérica, estamos integrados no universo de amor e de trabalho de Deus. O amor e o trabalho como reflexo da divindade em todas as coisas da criação. Neste mesmo sentimento, há a interligação e interdependência de tudo para com todos. Somos não apenas parte do cosmos como herdeiro do mesmo. Somos convidados então a amar como Cristo nos amou. Através deste sentimento temos a colaboração do coração e das luzes para o entendimento fraterno e bondoso de ajudar no desenvolvimento do universo. De termos mais paciência e amor, trabalho e amor, sabedoria e amor para a transformação individual dos corações de cada um.
Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração pela UFRGS. Professor e pesquisador da Unicamp.
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