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Com promessas de emagrecimento, crescem as apreensões de medicamentos contrabandeados do Paraguai pela PRF nas rodovias federais goianas

Produto usado irregularmente causa sérios riscos à saúde
Com promessas de emagrecimento, crescem as apreensões de medicamentos contrabandeados do Paraguai pela PRF nas rodovias federais goianas. Foto: PRF

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) tem ampliado o combate ao transporte irregular de medicamentos usados para emagrecimento e já apreendeu, nos últimos dois meses, mais de 800 unidades de canetas emagrecedoras em rodovias federais que cortam Goiás. O produto, indicado para tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, só pode ser vendido com prescrição médica em farmácias autorizadas pela Anvisa, mas vem sendo contrabandeado principalmente do Paraguai para atender ao mercado clandestino no Brasil.

As apreensões ocorreram em diferentes operações da PRF. Em abordagens a carros de passeio e ônibus interestaduais, policiais encontraram frascos escondidos entre roupas, caixas vazias em compartimentos ocultos e dezenas de unidades enviadas de forma irregular como carga.

Nos últimos meses, foram registrados casos em diferentes pontos da BR-153:

– Morrinhos: apreensão de 15 canetas e 38 caixas vazias.
– Jaraguá: duas ocorrências resultaram na apreensão de 52 unidades do medicamento.
– Hidrolândia: um veículo foi interceptado com cerca de 400 frascos da substância, sem qualquer comprovação de origem.
– Itumbiara: em ação conjunta entre a PRF e a PMGO, foram apreendidas aproximadamente 360 canetas.

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O uso inadequado da Tirzepatida, popularmente chamada de “caneta para emagrecimento”, oferece sérios riscos à saúde. Além de exigir prescrição médica, o medicamento deve ser mantido sob refrigeração entre 2 °C e 8 °C para conservar sua eficácia. Quando transportado ou armazenado de forma incorreta, perde o efeito terapêutico e pode provocar intoxicação e complicações gastrointestinais.

Todos os casos foram encaminhados à Receita Federal e à Polícia Civil para investigação. O transporte desses medicamentos configura crime, além de expor a população ao consumo de produtos sem garantia de qualidade ou conservação.

Com Informações da PRF

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