Um ano depois do acidente que matou uma adolescente e deixou outras três feridas em um parque de diversões em Ceres, parentes e amigos realizaram uma passeata para cobrar que os responsáveis sejam punidos. Conforme os familiares, o processo continua parado e ninguém foi responsabilizado.
O acidente ocorreu em 26 de agosto de 2018, na ocasião, o brinquedo Surf, que simula o movimento de uma prancha sobre as ondas, deixou quatro adolescentes feridas: Isabela do Amaral Vieira, Thalia Aparecida Pires, Thatiely Carvalho Evangelista e Mariane Oliveira Dias, todas de 16 anos, na época do fato. A primeira delas morreu dias após ser internada no Hospital de Urgências de Anápolis (Huana) e teve os órgãos doados.
A Polícia Civil (PC), concluiu o inquérito em março deste ano, e indiciou cinco pessoas pela morte de Izabela e pelos ferimentos causados nas outras três adolescentes.
Na época do acidente, o laudo realizado constava que as causas do acidente seriam as más condições de uso e de manutenção do equipamento (brinquedo), aliadas a possíveis falhas humanas. Entretanto, conforme o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), informou que havia provas de que o operador da máquina não travou o brinquedo.
Desta forma, como os parentes alegam não terem resposta sobre o acidente, eles realizaram uma passeata na noite de quarta-feira (4), data do aniversário da cidade. Durante o ato, os manifestantes carregaram placas com a mensagem: “Nossa dor transforma-se em força para proclamar justiça”.












































