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plantão policial

Em Goianésia, homem leva amiga desacordada para motel e acaba preso por suspeita de estupro

Como estratégia de fuga, a mulher concordou com a ação, ficou quieta e assim que conseguiu se livrar do agressor, vestiu sua roupa, saiu correndo e procurou a Delegacia de Polícia Civil.

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Um homem de 39 anos foi preso na segunda-feira (10), em Goianésia no Vale do São Patrício, por força de mandado de prisão temporária, por ser suspeito de estupro contra uma amiga, também de 39 anos. A prisão foi executada pela Polícia Civil (PC) através dos policiais da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) e do Grupo de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI).

A investigação demonstrou que que a vítima mantinha uma relação de amizade com o suspeito, e no dia do crime, 1º de outubro, passaram o dia em um rio na região de Goianésia no Vale do São Patrício. Enquanto retornavam para a cidade, a vítima acabou dormindo no veículo e quando acordou, percebeu que se encontrava em um quarto de motel, sem roupas, percebendo ainda que o “amigo” praticava atos libidinosos nela.

A vítima aflita com a situação, pediu para ir embora e começou a gritar por socorro. Neste momento, o homem tampou sua boca com muita força, chegando a machucá-la. Apreensiva, a vítima tentou se desvencilhar do suspeito, mas não conseguiu. Durante as agressões, o investigado dizia que sempre a amou e que ela seria o amor de sua vida. Logo, como estratégia de fuga, a mulher concordou com a ação, ficou quieta e assim que conseguiu se livrar do agressor, vestiu sua roupa, saiu correndo e procurou a Delegacia de Polícia Civil.

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A PC, após tomar conhecimento dos fatos, representou pela decretação da prisão temporária do investigado, que foi deferida pelo Poder Judiciário.

Conforme a delegada Poliana Bergamo, que apura o caso, o suspeito poderá responder pelo crime de estupro, previstos no artigo 213 do Código Penal, que prevê uma pena de seis a 10 anos de prisão. O suspeito que não teve a identidade divulgada, encontra-se recolhido na Unidade Prisional à disposição do Poder Judiciário.

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