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Plantão Policial

Em Goiás, pais são presos suspeitos de estuprar a filha de 1 ano após vizinho ouvir choro da bebê e pedir ajuda

Na unidade de saúde, os pais contaram uma história inconsistente aos fatos, segundo o delegado. Conforme Polícia Civil (PC), a menina estava com ferimentos nas partes íntimas e os profissionais da unidade chamaram as autoridades policiais, por conta da suspeita de violência sexual.

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O pai e a mãe de uma bebê de 1 ano e 6 meses foram presos suspeitos de estuprá-la em Posse. Conforme o delegado Henrique Soares, um vizinho escutou o choro da vítima e pediu ajuda.

“Um vizinho desconfiou e chamou o Corpo de Bombeiros. Ele achou estranha a movimentação na casa e pensou que algo estivesse acontecendo com a criança”, disse Soares

A corporação explicou que foi acionada para atender a menina, que teria caído de uma altura e estava sangrando. Entretanto, as lesões não eram compatíveis com a descrição e a vítima foi encaminhada ao hospital e a Polícia Militar (PM) também foi acionada.

Na unidade de saúde, os pais contaram uma história inconsistente aos fatos, segundo o delegado. Conforme Polícia Civil (PC), a menina estava com ferimentos nas partes íntimas e os profissionais da unidade chamaram as autoridades policiais, por conta da suspeita de violência sexual.

A investigação mostrou que a menina foi estuprada pelo pai, com a conivência da mãe, que tentou protegê-lo e encobrir os fatos. A prisão aconteceu nesta quarta-feira (4). De acordo com o delegado, a mulher colocou a culpa no homem e ele ficou calado.

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Os exames

Segundo a PC, os policiais, acompanhados de um médico legista, confirmaram as lesões compatíveis com o estupro, atestado em laudo médico. A vítima foi encaminhada a um hospital de Goiânia, que não teve o nome divulgado, para realizar um procedimento. Assim, a nossa reportagem não obteve informações do seu estado de saúde.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Crime

A autoridade policial informou que a menina não tem risco de morrer por conta dos ferimentos. Em uma publicação, o investigador disse que se chocou com a brutalidade do caso.

“Um dos casos mais bárbaros ao qual eu tive o desprazer de enfrentar aqui em Posse […] Infelizmente, não há limite para a maldade humana”, escreveu.

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