Luto

Em Goiás, professora morre com suspeita de dengue

A professora Patrícia Moura atuava em um Cmei de São Luís de Montes Belos. A morte é considerada suspeita até passar pelo Comitê de Investigação de Óbitos por Arboviroses, segundo a SES-GO.

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Professora Patrícia Moura Lopes morreu com suspeita de dengue. Foto: Redes Sociais

A professora Patrícia Moura Lopes morreu com suspeita de dengue, segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO). Patrícia era docente no Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Professora Maria Divina da Silva Almeida, em São Luís dos Montes Belos.

Através de postagem realizada na última sexta-feira (10), o Cmei disse que a partida prematura da professora deixou um vazio nos corações e na comunidade escolar. De acordo com a unidade, Patrícia dedicou sua vida à educação e ao bem-estar das crianças e era evidente sua paixão pelo ensino em cada aula.

“Lembraremos dela pelos momentos felizes que passamos juntos. As histórias que ela contava, os projetos criativos que desenvolvia e a maneira como ela tocava os corações de cada criança que passou por sua sala de aula. Patrícia era uma educadora excepcional, sempre disposta a ir além para garantir que seus alunos aprendessem e se sentissem amados”, escreveu o perfil do Cmei.

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CIDADES

Em Goiás, mecânico é preso por engano no lugar de homem morto pela segunda vez após erro da Justiça

De acordo com a Justiça do Maranhão, aconteceu uma “situação excepcional” por conta da existência de dois registros com o mesmo nome, sendo apenas um deles realizado pela Justiça do estado, mas com dados incompletos em um dos registros.

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O mecânico André Bernardo Rufino Pereira foi preso injustamente pela segunda vez no lugar de um criminoso morto. Foto: Reprodução

O mecânico André Bernardo Rufino Pereira foi preso injustamente pela segunda vez no lugar de um criminoso morto. Anos antes, os documentos do mecânico foram roubados e usados pelo homem no Estado do Maranhão. A prisão do mecânico ocorreu na quinta-feira (23), enquanto ele trabalhava em Goiânia.

“Ele já foi inocentado, estou achando até estranho isso aí. De novo? Na época tinha até uma divergência […] Cara tinha tatuagem”, argumentou Carlos Eduardo, chefe de André na oficina. “Bem diferente de mim”, completou André. “Você tem que ver no Judiciário”, respondeu o policial que cumpria o mandado.

A defesa do mecânico informou que ele foi detido por conta de um erro da Justiça do Maranhão. Através de nota, a 1ª Vara de Entorpecentes do Estado do Maranhão detalhou que houve uma duplicidade no cadastro de André no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP). Conforme a Justiça do Maranhão, o Sistema Prisional de Aparecida de Goiânia sabia da duplicidade e entrou em contato para verificar a autenticidade e evitar a prisão indevida e que já havia um alvará de soltura em favor do André. De acordo com o advogado de defesa Humberto Vasconcelos Faustino, André foi preso por meio do mesmo mandado de prisão cumprido incorretamente em 2022. A Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) confirmou que foi emitido o alvará de soltura do mecânico. Ele ficou preso por 7 horas. Da primeira vez, em 2022, foram 16 dias na prisão.

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“Dessa vez a gente conseguiu demonstrar ao Tribunal de Justiça do Maranhão que esse mandado de prisão tinha sido cumprido outra vez e, segundo a servidora que me atendeu, ela reconheceu que estava em duplicidade”, informou a defesa.

De acordo com a Justiça do Maranhão, aconteceu uma “situação excepcional” por conta da existência de dois registros com o mesmo nome, sendo apenas um deles realizado pela Justiça do estado, mas com dados incompletos em um dos registros.

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