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Em Porangatu, pai paga R$ 5 mil para neta matar filho dele em disputa por casa

O pai teria sido expulso de casa após morte de mulher, diz delegado. A vítima foi assassinada com três tiros na porta de casa.

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Em Porangatu, pai paga R$ 5 mil para neta matar filho dele em disputa por casa. Fotos: Reprodução

Um idoso de 73 anos é suspeito de pagar R$ 5 mil para a neta e o marido dela matarem o filho dele em Porangatu. Conforme a Polícia Civil (PC), pai e filho brigavam por causa de uma casa da família.

O crime aconteceu na noite do último dia 7 e de acordo com o delegado Luciano Santos, os três suspeitos foram presos no mesmo dia.

De acordo com a PC, Uelton Bispo de Sousa de 48 anos, foi assassinado com três tiros na porta de casa. A vítima chegou a ser levada para o Hospital Municipal local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade.

As investigações identificaram que o pai mandou matar o filho. “Os autores presos são o pai, que é o mandante do crime, uma sobrinha da vítima e o marido dela, que são os executores”, detalhou o Santos.

O delegado explicou que o motivo da briga entre pai e filho. “Após a morte da mãe, o filho, que é usuários de drogas, expulsou o pai e a família de casa e fez da residência um ponto de uso de drogas, o que revoltou o pai”, enfatizou.

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A briga durou mais de dois anos e a vítima chegou a extorquir dinheiro do pai para comprar mais drogas. “Toda a situação gerou um mal-estar até que o pai encomendou a morte do filho”, disse.

Os três suspeitos foram presos horas após o crime em uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e PC.

Na audiência de custódia as prisões foram mantidas. A nossa reportagem não localizou a defesa dos suspeitos, que devem respondem por homicídio.

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PC realiza operação contra grupo suspeito de falsificar documentos para pagamentos judiciais de mais de R$ 30 milhões; Assista

Conforme a PC, estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Goiás e em outros cinco estados da federação.

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PC realiza operação contra grupo suspeito de falsificar documentos para pagamentos judiciais de mais de R$ 30 milhões. Foto: PC

Na manhã desta quarta-feira (19), a Polícia Civil (PC) está cumprindo 33 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão contra um grupo suspeito de aplicar golpes contra a administração pública, envolvendo o levantamento de alvarás de pagamentos judiciais fraudulentos. O prejuízo, segundo as investigações da PC é de R$ 31,8 milhões.

No estado de Goiás, estão sendo cumpridos mandados em Goiânia, Trindade, Aparecida, Anápolis e Anicuns. Há ainda cumprimentos nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Tocantins, Maranhão e Pará.

Primeira fase da operação

Na primeira fase da operação denominada “Alvará Criminoso”, que foi deflagrada em novembro de 2022, a PC já havia cumprido 27 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão preventiva. Na ocasião, os investigadores apuraram que o grupo tinha como modo de agir a falsificação de alvarás judiciais.

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Conforme a PC, advogados cediam acesso ao sistema do Tribunal de Justiça e assinavam os documentos como se fossem juízes. Com os alvarás fraudulentos em mãos, outros integrantes do grupo levantavam os respectivos valores que se encontravam depositados nas contas judiciais.

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