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Exibido na Casa de Leis, “A Escolha de Ficar” provoca reflexão sobre relacionamentos abusivos e saúde mental

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A produção “A Escolha de Ficar” foi exibida na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) nesta terça-feira (23), com abordagem dos impactos da violência contra a mulher, física e psicológica, em relacionamentos abusivos. A sessão teve lugar no Auditório Carlos Vieira, às 9 horas.

O audiovisual busca conscientizar o público sobre a importância da saúde mental, do autoconhecimento e da busca por ajuda especializada, levantando questionamentos sobre dependência emocional, transtornos mentais e comportamentos narcisistas.

Baseado em uma história real acompanhada por Angela Sirino, ao longo de sua trajetória profissional como psicanalista clínica, a obra retrata a realidade de uma mulher que viveu situações de sofrimento e violência dentro de um relacionamento abusivo. A proposta é mostrar como a dependência emocional pode dificultar o rompimento desses ciclos e como o processo terapêutico pode contribuir para a reconstrução da própria história.

Segundo a terapeuta, muitas pessoas não conseguem compreender por que permanecem em relações prejudiciais, confundindo amor com aprisionamento emocional. Ela destaca que a falta de conhecimento sobre os próprios padrões de comportamento e sobre os ciclos repetitivos da vida contribui para a permanência em situações de sofrimento.

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A Procuradora Especial da Mulher da Alego, Cristina Lopes, também apontou a importância de levar discussões como essa para dentro do Parlamento goiano. “A Escolha de Ficar” é um filme real que conta uma história verídica e mostra que isso pode acontecer com qualquer pessoa. Essa reflexão sobre como são nossas atitudes, nossos comportamentos e relacionamentos é fundamental”, afirmou.

Plataforma de streaming

João Pedro Prudente, produtor executivo da obra, destacou a relevância do trabalho desenvolvido pela plataforma de streaming FD Play na promoção de conteúdos voltados à saúde mental.

Segundo ele, a iniciativa já reúne 104 episódios produzidos pela Barras Filmes, todos inspirados em histórias reais. Informou que a instituição fundada por Angela Sirino – Instituto Fazendo a Diferença – conta atualmente com mais de 30 mil alunos em todo o país e impacta mais de 100 mil pessoas anualmente por meio dos atendimentos realizados. Para ele, o principal objetivo é levar às famílias brasileiras discussões sobre saúde mental e a importância da terapia.

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Missão de transformar vidas

No debate, Angela Sirino afirmou que considera seu trabalho uma missão de vida. Após mais de 20 anos atuando na área terapêutica, ela destaca que sua maior realização é contribuir para que as pessoas compreendam suas histórias, reconheçam seus desafios e encontrem caminhos para ressignificar experiências dolorosas.

O filme também está disponível na plataforma de streaming FD Play, acessível por meio do site oficial e de aplicativos para dispositivos Android e iOS.

Fonte: Assembleia Legislativa de GO

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