Opinião

Feliz ano novo a todos e a todas!

O novo ano virá, esperamos, com o conhecimento e a liberação de antídotos que irão frear a evolução do vírus, o que nos permitirá ter um ano bem mais feliz.

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O ano chegou ao final! Foi um período muito difícil para todos, mas de grandes ensinamentos, descobertas e mudança de comportamentos.

Descobrimos que estamos lidando, franca e abertamente, com uma arma biológica de alta letalidade e uma capacidade de produzir sofrimentos sem igual, devido a alta transmissibilidade e penetrabilidade no corpo de suas vítimas. Tem causado desgraças no mundo todo, por onde passa, tirando a paz e o sossego de muitos.

Antes dessa doença, tínhamos a noção de que havia doenças de pessoas ricas e de pessoas pobres. Mas essa doença veio para pegar todo mundo, ricos e pobres, e chegou num país onde o sistema público de saúde está tão debilitado, quase às portas do abandono, de tal sorte que fomos buscar médicos em Cuba para atender os enfermos menos favorecidos da população e que se servem do Sistema Único de Saúde – SUS!

O que a Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI apurou do enfrentamento dessa tragédia foi absolutamente escandaloso, uma vez que os bilhões de recursos financeiros que foram carreados para o enfrentamento da situação pandêmica foram algo astronômico. E muito foi desviado para outras atividades, como é do conhecimento de todos.

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Apesar de o Brasil ser um país de dimensões continentais, os aportes de auxílio chegaram aos locais mais distantes do país como a região Norte, em um espaço de tempo muito pequeno. O início do processo de vacinação começou na região sudeste, no dia 17 de janeiro, e no dia 19 as vacinas já estavam em São Gabriel da Cachoeira, no ponta da Região Norte, a mais de quatro mil quilômetros de onde o processo de imunização tinha começado.

Foi fundamental, no enfrentamento do infortúnio, o apoio das famílias, decisivo na recuperação de seus entes queridos, como a minha família, que cuidou de um irmão que já estava quase do outro lado, mas voltou graças à força e união de todos, orientado por médicos e enfermeiros que o trouxeram de volta.

O novo ano virá, esperamos, com o conhecimento e a liberação de antídotos que irão frear a evolução do vírus, o que nos permitirá ter um ano bem mais feliz.

Não podemos perder a esperança! Com a chegada do Natal o nosso grande presente foi  continuarmos na companhia das pessoas que dão sentido às nossas vidas e que a presença delas,  junto a nós, faz toda a diferença.

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Por essa razão, desejo a todos que tenham um novo ano muito calmo, saudável e pacífico!

Feliz Ano Novo a todas e a todos!

Professor Cícero Carlos Maia

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ARTIGO

Amor ao trabalho

Em todas as profissões demora-se anos para obter a maestria e a expertise como níveis de conhecimento intrínseco da consciência do ser. Como regra genérica, foi popularizada por Malcolm Gladwell as 10 mil horas necessárias para que se tenha esta condição.

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Trabalho é desenvolvimento, obra e construção. Com o ofício há o aperfeiçoamento do ser tanto no nível profissional quanto pessoal. O indivíduo que aprende desde cedo o valor da labuta consegue ser útil a ele e a sociedade de forma prestativa. Amar o trabalho é se amar e ter a certeza de ter feito a escolha correta na vida.

Todavia, para isso não ser mera sorte é essencial reflexão e autoconhecimento. Apenas por meio de se conhecer e saber de seus talentos e vocação que se alinha de modo planejado o trabalho. O ofício não deve vir por acaso, mas fruto desta conversa íntima consigo mesmo. Sem olhar cargo, status, facilidades ou renda, mas gostos, preferências, aptidões.

Não há exercício fácil ou com facilidades que perdurem para sempre. É vital este saber, pois muitos atalhos iniciais podem significar atrasos posteriores. Busque ser o melhor, de se esforçar e de aprender em qualquer situação. De exercitar sem esperar retornos imediatos, pois apenas com persistência e força de vontade que se alcança patamares superiores. Invista em você.

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Em todas as profissões demora-se anos para obter a maestria e a expertise como níveis de conhecimento intrínseco da consciência do ser. Como regra genérica, foi popularizada por Malcolm Gladwell as 10 mil horas necessárias para que se tenha esta condição. Assim, mais que ansiedade e afobação, autoconhecimento e disciplina para realizar bem feito desde o início. Através do trabalho progride o indivíduo, a sociedade e o mundo.

Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração pela UFRGS. Professor e pesquisador da Unicamp. 

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