As constantes fugas de presos da cadeia pública de Jaraguá, apenas ameaça a segurança da sociedade, principalmente para onde os fugitivos vão se abrigar enquanto estiverem soltos, além de desgastar o trabalho das polícias.
Um só fugitivo do sistema prisional pode colocar centenas de pessoas em risco, levando em consideração que os marginais jamais vão sair para trabalhar, e sim, para voltar a cometer crimes.
Seguindo essa dinâmica, os eventuais riscos podem aumentar ainda mais na medida em que os foragidos da Justiça não são recapturados. Para a polícia, a fuga representa mais esforços para prendê-los, aliado aos desgastes de ter que atender as futuras vítimas dos tais elementos que poderia estar no seu devido lugar, ou seja, na prisão.
É uma espécie de dominó, onde a polícia prende, a justiça demora no julgamento, e ainda o sistema prisional não oferece meios eficientes para segurar os presos.
As fugas refletem também no Ministério Público, já que os promotores, acreditando que suas denúncias levaram para a prisão criminosos contumazes, e que iriam cumprir toda a pena, acabam vendo esses mesmos criminosos condenados ou aguardando julgamento ganhar as ruas.
Ela também reflete na polícia judiciária (Polícia Civil), já que, em cada fuga, deve haver o registro da ocorrência, e ações que possam levar a prisão dos fugitivos, além da apuração do fato, ouvindo agentes, diretores e testemunhas, caso necessário.
Toda a sociedade perde quando homens perigosos escapam dos presídios. É uma realidade que ninguém pode negar.
Importante registar, que em Rubiataba, recentemente dois presos empreenderam fuga na Unidade Prisional da cidade, conforme publicado pelo JORNAL DO VALE.
Até a publicação desta matéria nenhum dos presos de Jaraguá e Rubiataba foram capturados.
Após fuga em Jaraguá, diretor da unidade deixa o comando
Após a fuga, o diretor da unidade Jonivaldo Santana disse que não ficará mais a frente da Unidade, pois o Estado não oferece estrutura e nem contingente para Jaraguá. Ele alegou que falta estrutura na parte física da unidade e amparo do Governo Estadual os funcionários.
“Por isso eu deixo a Unidade de Jaraguá, por falta de estrutura e atenção do estado, cadeia antiga, enquanto há um presídio semi acabado e abandonado aqui na cidade” frisou Santana.








































