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Goianésia: Suspeito de latrocínio contra idosa é preso pela polícia

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No final da tarde do dia 21, uma ocorrência que a princípio teria como natureza morte natural, após incessantes ações investigativas e trocas de informações, envolvendo as polícias Civil e Militar, foi confirmada que na verdade ocorreu um latrocínio (roubo seguido de morte), o autor teria deixado pegadas no local, após cometer essa barbárie, levando consigo o aparelho telefônico da vítima com o chip.

Desta forma, no início de tarde de ontem (25), mesma data que a vítima completaria 76 anos, foi preso Jeferson Barbosa da Silva, 18 anos, o vulgo “Jefinho da Lagoa”, este que confessou a autoria do crime, após a ele ser expostas todas as provas que indicavam ser ele o principal suspeito de cometer esse latrocínio, que ceifou a vida da aposentada Adélia Oliveira dos Santos Bilotti, de 75 anos.

O crime que comoveu a sociedade goianesiense, fato criminoso ocorrido na casa da vítima, onde o autor se aproveitando do fato de a aposentada encontrar se sozinha em casa, usando de extrema violência, matou a mesma para roubar um aparelho celular.

O autor deste bárbaro e cruel crime, trata-se de usuário de crack, sendo um velho conhecido da polícia, sendo que enquanto ainda menor de idade, Jefinho cometeu diversos ‘atos infracionais, análogos aos crimes de roubo, furto, receptação, tráfico de drogas, dentre outros, nos municípios de Goianésia e Jaraguá.

Conforme a polícia, o autor do latrocínio, no início do último mês de setembro, do corrente ano, ao completar sua ‘maioridade penal’, foi preso e autuado em flagrante delito pelo crime de receptação de veículo roubado/furtado. Como manda a ‘lei’, foi arbitrado fiança para que o mesmo respondesse ao crime em liberdade, mas como o mesmo não efetuou o pagamento da fiança, acabou recolhido junto ao presídio local, ficando à disposição do Poder Judiciário de Goianésia.

Conforme apurado, na última quinta-feira, dia 20, ou seja, um dia antes de ceifar covardemente a vida da aposentada, o autor foi colocado em liberdade pelo Poder Judiciário. Uma vez livre nas ruas, voltou ao seu oficio habitual, qual seja: cometer crimes.

Vale ressaltar que durante as diligências que culminaram na prisão de Jefinho, além dele, mais quatro pessoas foram indiciadas por terem participado da compra e da venda dos objetos subtraídos da vítima, sendo que dois foram autuados em flagrante delito por receptação, posse ilegal de arma de fogo e munições.

Com a venda dos objetos subtraídos da vítima, apenas R$ 20,00, foi o que sobrou para Jefinho, este que já se encontra recolhido na Unidade Prisional de Goianésia.

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