O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, descartou a prorrogação de gastos emergenciais – como o auxílio emergencial – para o próximo ano. Ele reforçou, na última quinta-feira (22), o compromisso da equipe econômica com o cumprimento do teto de gastos.
Waldery repetiu que os gastos emergenciais do governo para enfrentar a pandemia de covid-19 neste ano chegarão a R$ 607 bilhões, sendo mais de R$ 320 bilhões referentes ao auxílio emergencial pago a desempregados, trabalhadores informais e beneficiários de programas sociais.
“É importante destacar que esse gasto está contido em 2020, e não passará para 2021”, completou.
O secretário lembrou que a posição das contas públicas brasileiras já era frágil antes da pandemia, mas argumentou que se a questão fiscal for equacionada, as políticas monetária, cambial e social poderão ser mais efetivas.
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