Um incêndio de grandes proporções consumiu o maior complexo de reservas de combustível de Teerã, capital do Irã, na noite de 7 para 8 de março de 2026, após bombardeios reivindicados pelas Forças de Defesa de Israel (IDF). O depósito de Shahran e outros três locais de petróleo, além de um centro logístico em áreas como Alborz e Karaj, foram alvos precisos, segundo agências como Reuters e AFP.
A fumaça negra espessa mergulhou Teerã na escuridão diurna, agravada por clima chuvoso, criando um cenário apocalíptico com explosões audíveis e vidros estilhaçados em prédios próximos. Quatro mortos e interrupção temporária no abastecimento de combustível foram confirmados, com filas nos postos limitadas a 20 litros por veículo; o governador Mohammad Sadegh Motamedian afirmou que a situação está sob controle.
Israel assumiu os ataques como retaliação a infraestrutura militar iraniana, enquanto Teerã acusa envolvimento dos EUA e prometeu não se render. Vídeos geolocalizados mostram chamas intensas 12 horas após os impactos, liberando poluentes tóxicos; o Irã revidou em Haifa sem grandes danos.
A destruição de quatro depósitos e um centro logístico gerou pânico nos mercados, elevando cotações para faixas entre US$ 80 e US$ 100 em projeções de conflito prolongado, segundo analistas da XP Investimentos e OPEP+. А OPEP+ respondeu com aumento de 206 mil barris/ dia para conter a pressão inflacionária global.
O Brasil ganha com R$ 10,7 bilhões extras em receitas fiscais e US$ 8,5 bilhões na balança comercial por cada US$ 10 de alta, podendo impulsionar dividendos da Petrobras em R$ 3,7 bilhões. No entanto, isso adiciona 40 pontos-base ao IPCA e pressiona juros do Copom, transferindo custos para combustíveis e consumidores.
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