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Inquérito policial deve apurar morte de idoso em hospital municipal

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A morte de um homem de 62 anos, ocorrida no Hospital Municipal de Jaraguá vem gerando especulações sobre as reais atribuições da Secretaria da Saúde sobre os recursos gastos com regulação de vagas em UTI para casos urgentes.

José Luiz Gontijo morreu após esperar 20 dias por uma vaga na UTI, que estaria sendo providenciada pela Secretaria de Saúde, porém, sem sucesso.

Como complicações cardíacas e de pressão, o homem não resistiu e faleceu. Conforme a secretária Rubia Oliveira (foto), que também é primeira-dama do município, o SAMU (Serviço Móvel de Atendimento de Urgência) havia sido solicitado para conduzir José Gontijo para outro hospital com mais recursos, sendo que o pedido foi negado pela unidade reguladora do serviço de resgate de urgência.

O Ministério Público de Goiás, por meio do promotor de justiça, Dr. Everaldo Sebastião, disse que o município deveria ter regulado uma vaga na UTI, devido ao caráter de urgência do caso, e, mesmo que não houvesse vaga nas unidades do Estado, a prefeitura deveria pagar uma UTI particular até a estabilização do paciente, o que evitaria sua morte.

Em redes sociais, o promotor Everaldo Sebastião disse que, por lei, o município tem que investir no mínimo, 15% dos recursos próprios na saúde, já que alguns municípios investem até 25%.

Segundo a primeira-dama Rubia Oliveira, nesse caso, o entendimento do Ministério Público é equivocado, já que todos os meios disponíveis foram usados para garantir a vida do paciente em questão, e que os recursos da saúde são carimbados, ou seja, não são usados para promoção de eventos e festas, como havia dito o promotor como citação.

Um inquérito policial deverá ser instaurado para apurar as responsabilidades, a pedido do próprio Ministério Público.

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